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Archive for the ‘Miguel Brites’ Category

Um Amor Perdido

Um amor perdido

Mau e magoado

Um amor perdido

Coitado, esfaqueado

Um amor perdido

Já esmagado

Um amor perdido

Agora destroçado

 

Miguel Brites, 11 anos, 5.º ano

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A Aventura

Numa aldeia desconhecida, não muito grande, mas habitada por algumas dezenas de pessoas, havia uns miúdos muito curiosos  e que também eram muito aventureiros. Afinal o que eles queriam era  ser uns bons detetives e um dia pediram aos pais se podiam ir à cidade sozinhos, pois eles nunca lá tinham ido.

A mãe e o pai disseram logo que não, mas na calada da noite  os 5 miúdos chamados Paulo, Rui, Tiago, Pedro e Gonçalo saíram com as mochilas que continham os alimentos e os objetos necessários à viagem.

Começaram a andar e saíram da aldeia. Passado um bocado entraram na floresta sombria e decidiram acampar logo no início.

De manhã os pais repararam que eles não estavam na aldeia e então foram procurá-los. Quando foram à procura deles eles já tinham começado a caminhada pela floresta sombria. De repente apareceu-lhes um lobo que parecia estar com um grande apetite. Após uma luta sem tréguas, o Gonçalo dá-lhe com um pau afiado na cabeça e o lobo desmaiou.

Os miúdos lá continuam a andar até que chegam a um ponto em que havia  um planalto gigante. O Gonçalo pára para ver se tem alguma coisa  na  mochila,  mas de repente repara que está em areia movediça. O Pedro que já tinha reparado na areia movediça, já está com um tronco e  puxa o Gonçalo com toda a sua força e aos outros também.

Já recompostos, sobem o planalto e vêem a cidade, mas  quando lá entraram os habitantes começaram a gozar com eles por causa das roupas e por serem meninos da aldeia.

Eles começaram a ficar tristes e decidiram regressar a casa. Mas aprenderam uma lição: não se pode ter tudo.

Miguel Brites, 11 anos, 5.º ano

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   O infante D.Henrique nasceu no Porto em quatro de Março de mil trezentos e noventa e quatro e morreu a treze de Novembro de mil quatrocentos e sessenta. Foi um infante culto e na História ficou também conhecido como Infante de Sagres ou Navegador.

   D.Henrique era o quinto filho do rei D.João primeiro, fundador da dinastia de Avis e de Dona Filipa de Lencastre. Foi baptizado uns dias depois do seu nascimento tendo como seu padrinho o Duque de Viseu.

Em mil quatrocentos e catorze, D.Henrique convenceu o pai a preparar um ataque a Ceuta pois era uma cidade muito rica, e em 1415 os Portugueses atacaram aquela cidade e venceram-nos facilmente. No entanto com o decorrer dos anos iam sendo constantemente atacados.

Depois entre mil quatrocentos e dezanove a mil quantrocentos e vinte, João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira redescobriram, as ilhas da Madeira, e um pouco depois, em mil quatrocentos e vinte e sete, Gonçalo Velho descobriu as ilhas dos Açores desabitadas.

Finalmente em mil quatrocentos e trinta e quatro os Portugueses arranjaram coragem  para tentarem dobrar o Cabo Bojador. Foi Gil Eanes que o dobrou e viu que não tinha nenhum monstro de que tanto falavam.

E ainda em mil quatrocentos e sessenta descobriram Serra Leoa. Foi também nesse ano que morreu o Infante D.Henrique depois de uma vida dedicada à campanha marítima.

Miguel Brites, 11 anos, 5.º ano

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Grécia versus Tróia

Há três mil e duzentos anos, Tróia tinha um território que devia pertencer a um país chamado Grécia. Os Gregos revoltados com a situação, decidiram atacar Tessália, território Troiano.
Os Gregos chegaram ao local,  repararam que o exercito Troiano de Tessália também lá estava. O rei de todos os reinos da Grécia, Agamémnon, avançou e o rei de Tessália também. De repente Agamémnon desafiou o seu inimigo:
– Vamos resolver isto à moda antiga, rei de Tessália! O teu melhor soldado contra o meu melhor soldado. Se o meu soldado morrer, deixamos Tessália em paz. Se o teu soldado morrer ficamos com Tessália. Aceitas?
-Aceito.
E o rei de Tessália chamou o seu melhor soldado:
-Boagrius!!!
E os outros soldados gritaram:
-Eeeeee!!!
Depois Agamémnon responde:
-Aquiles.
E vem ele, o melhor soldado de Agamémnon, pequeno mas ágil. No entanto Boagrius é um soldado muito possante.
Depois, Aquiles começa a correr, mas Boagrius lança uma lança muito rápida. Aquiles desvia-se, Boagrius lança outra vez uma lança, mas vai direita ao escudo de Aquiles que começa a correr muito rapidamente. Boagrius tdesembainha a espada, só que Aquiles salta e espeta-lhe a espada no coração. Assim os Gregos ficaram com Tessália.

3 Anos depois

No reino de Menelau ,irmão de Agamémnon, há sérios problemas: Tróia decide atacar o reino de Menelau, no entanto foi um ataque falhado. Mesmo assim, Agamémnon decide reunir todos os soldados de todos os reinos e diz-lhes que vão atacar Tróia com uma armada de mil barcos.
Num barco de vela negra vão os companheiros de Aquiles. Os soldados de Grécia ficam espantados ao verem o navio de vela negra onde vai Aquiles que avança para a praia de Tróia e vê que os soldados de Tróia estão preparados. Mesmo assim desembarcam e combatem contra os soldados de Tróia e, no fim acabam por ganhar a praia de Tróia, pois a outra ainda está por conquistar.
Durante vários dias os Gregos estiveram a pensar como é que iam passar as grandes muralhas de Tróia, até um dia em que os Gregos tiveram a ideia de construie um cavalo gigante de madeira.
Passado algum tempo os Troianos viram um grande cavalo e trouxeram-no para dentro de Tróia pensando que era uma oferenda de Poseidon.
À noite os soldados saíram do cavalo de madeira abriram as portas de Tróia, chamaram os soldados do seu exército e incendiaram-na. Foi assim que Tróia foi conquistada pelos Gregos foi também nessa investida que Aquiles morreu com uma flecha envenenada no calcanhar.

Miguel Brites, 11 anos, 5.º ano

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O meu pai acordou às seis da manhã só para tentar inscrever-me ( a mim e ao meu primo Alexandre), pois não se conseguia entrar ali facilmente. Só havia trinta vagas e havia filas de pessoas que estavam ali desde as quatro da manhã.

Quando entrámos lá para as actividades, os nossos pais tiveram de assinar uma folha para mostrar que estávamos presentes. Enquanto isso despedi-me do pai e fui para um lugar onde podia arranjar alguns amigos. A actividade que fizemos naquela manhã muito quente de segunda-feira foi fixe. Mas ficou ainda mais quando dois homens do Instituto das Florestas Nacionais nos mostraram com um microscópio paisagens muito bonitas. Mostraram-nos como medir a largura do tronco de uma árvore, a altura também e ainda por cima era com uma pistola muito estranha.

Depois fomos à “zona vedada”e vimos muitos animais através dos binóculos. A partir de uma  torre vimos toda a floresta de Monsanto e era uma paisagem realmente impressionante. Saímos da zona vedada e fomos pintar e desenhar sobre a floresta. Fomos ao refeitório de Alcântara e comemos carne com batatas fritas e como acompanhamento podíamos escolher salada.

Voltámos e brincámos um bocado no parque infantil onde jogámos à apanhada e subimos às àrvores. Depois disso fomos ver powerpoints sobre vulcões, pois eles podem estar em erupção em qualquer momento. Descobri, por exemplo, que há muito, muito tempo houve vulcões em Monsanto. A parte mais fixe deste dia foi termos feito um vulcão de terra a que depois juntámos vinagre com corante vermelho no buraco do vulcão. Aquilo começou a fervilhar e explodiu por completo.

Fui para casa e esperei por terça-feira. Quando cheguei começámos logo por uma actividade que foi espectacular: descobrimos que temos sempre uma mão artística, desenhámos com a mão direita, com a mão esquerda e com os olhos fechados até fizémos um bolo de terra que incluia a própria, água, ervas e flores e depois fomos almoçar outra vez ao refeitório de Alcântara.

Na outra actividade pintámos  um vaso que ficou giro, mas o mais giro foi o do meu colega do lado. Fomos para a zona vedada e chegámos a um ponto que era uma mesa e pusemos dentro do vaso um pedaço de um tijolo para a água em demasia escorrer depois pusemos terra e dividimos uma planta.

Quando cheguei a casa contei aos meus pais o que fiz nesse dia e fiquei desesperado por quarta-feira. Naquela quarta quente era um dia especial, pois íamos fazer a actividade chamada “Floresta Radical”.Chegaram os monitores e ouvimos todas as explicações. Até tínhamos um GPS. O objectivo era chegar ao parque da pedra e o GPS era muito “porreiro”. Parámos para lanchar a meio caminho, depois continuámos o caminho e o meu grupo foi o primeiro a chegar ao parque da pedra. Esperámos pelos outros grupos e fizemos slide. Ficámos com fome e fizemos um piquenique.

Foram umas férias muito fixes e sujas.

Nota: A história conta-se no plural porque éramos um grupo.

Miguel Brites, 11 anos, 5.º ano

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Numa escola chamada Luís Madureira havia um miúdo chamado Roberto. O Roberto era um miúdo simpático, que tinha óptimas notas e que andava no 7º ano. A disciplina preferida dele era a História, mas dentro dessa disciplina havia uma matéria que ele achava muito interessante que era a Mitologia Grega.

Depois de fazer os trabalhos de casa das diversas disciplinas que tinha tido naquele dia, foi para a biblioteca procurar um livro que tivesse a ver com a Mitologia Grega. Procurou e rapidamente encontrou um livro. Quando pegou nele, sentiu um tremor e viu-se transportado para outra época.  Na biblioteca, as pessoas que estavam no mesmo corredor ou ao pé dele, repararam que tinha desaparecido e  ficaram muito assustadas. Algumas senhoras até desmaiaram.

Ninguém sabia para onde ele tinha ido nem queriam experimentar pegar no livro, pois, como era óbvio, ninguém queria desaparecer como tinha acontecido com o Roberto.

Nesse momento ele só sabia que estava num labirinto com umas paredes com uns sete metros e que até davam para escalar. De repente apareceu-lhe uma espada na mão, não sabia para quê, mas por alguma coisa lhe tinham oferecido uma espada.

O Roberto andou, andou e andou até que ouviu um rugido muito grande e pensou logo que não podia ser de um animal normal. Andou mais um bocado e viu uma coisa gigantesca com pelo menos trinta metros: era o Minotauro.

Ele adorava-o por ser tão grandioso e sempre tinha tido respeito e curiosidade por esta figura mitológica. Só que não o podia deixar comer pessoas. Por isso tinha de o matar.

Correu para ver se o conseguia baralhar, mas o Minotauro viu-o e largou os pedaços de pessoas. Depois disso deu-lhe um pontapé no peito e o Roberto caiu. Ficou tão furioso que subiu a parede, saltou, deu um mortal e espetou a espada no peito do Minotauro. Este caiu e morreu.

No momento em que o monstro dava o último suspiro, voltou à biblioteca. Acalmou-se e foi a correr para casa contar aos pais a sua aventura.

Nunca lhe tinha acontecido uma coisa tão espantosa. Daí em diante começou a tomar melhor nota de todas as histórias mitológicas que ia descobrindo. Talvez um dia ele fosse novamente transportado para dentro delas e seria importante estar a par de todos os pormenores.

Miguel Brites, 10 anos

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A Descoberta e a Guerra

Mesmo antes de morrer encontrei algo incrível, magnífico, estupendo:  Descobri que não são só as plantas, animais, humanos que são seres vivos, há também outras criaturas que o são. Essas criaturas vivem no submundo tem aspecto diferente de nós, mas falam, mexem-se… Essas criaturas são: as fadas e os lobisomens que são do grupo dos “Chevels”; os vampiros e os goblins que são do grupo dos “Nevels”.

As fadas são umas criaturas espertíssimas, capazes de fugirem a grandes problemas. Claro que para fugirem desses problemas precisam de asas. Além disso também sabem construir edifícios como ninguém e com uma rapidez inacreditável.

Os lobisomens são criaturas que um humano nunca iria sonhar em vê-los, são grandíssimos, muito robustos e também bastante ferozes, têm também uns dentes bastantes afiados ( principalmente os caninos).

Agora os que combatem pelo mal, os vampiros, são criaturas com a pele muito branca e fria, são muito rápidos e têm uma força inacreditável.

Os outros são os goblins. São verdes, muito feios, muito pequenos, mas bastante poderosos. Conseguem destruir tudo quando querem e onde querem.

A causa da guerra é simples:  o território, as riquezas ( o ouro, a prata, o cobre, o bronze ) etc..

Eu não acabei por ver o fim da tal guerra, mas para mim ninguém a merecia ganhar…

Miguel Brites, 10 anos

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