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Archive for the ‘João Cruz’ Category

O livro da magia

 

por Jaquinzinho das Neves

 

Era um sábado frio e enublado, tudo para ser desagradável. Miguel, um menino de onze anos, alto, magro e louro passeava pela feira popular de Lisboa. Entre muitas barracas, umas mais animadas que outras, ele procurava apenas uma, mas que se localizava nos confins da feira. Ainda tinha muito para percorrer.

Depois de muito caminhar, encontrou a barraca que tanto desejava encontrar. Tinha um grande letreiro de madeira onde se lia « Os Livros do Eduardo ». Era uma barraca com um aspeto organizado e misterioso, pois Eduardo vendia livros com feitiços. Havia vários livros, todos com capa de couro, empoeirados e com aquele cheiro antigo que Miguel tanto apreciava. Nas suas páginas macias,  liam-se feitiços magníficos que poucos conheciam. Havia livros para todos os gostos. Como ficar mais bonito, como conseguir voar, ou até mesmo como passar de um momento para o outro, de motivo de chacota para criança mais famosa da escola.

Enquanto passeava os olhos pela banca, encontrou o livro que tanto procurara. Chamava-se « O Mundo da Magia ». Era um livro com feitiços que relatavam como se poderia viajar  pelo tempo ou até mesmo pelo grande, misterioso e perigoso Universo. Era o livro excelente para Miguel. Tudo o que há  sobre dinossauros, ele também conhece. Agora o que ele queria mesmo, era viajar no tempo até à época dos dinossauros para os conhecer, não por imagens, mas sim pelo contacto direto, mas sem exagero , pois pode-se tornar perigoso! Miguel também desejava viajar pelo Universo, graças a uma trilogia que relata a vida de um menino que tem uns pais ecológicos, mas que tem uns vizinhos que possuem o computador mais inteligente do mundo, o Cosmos. Como eles são amigos, têm todos grandes aventuras pelo Universo. Como esses três livros relatam grandes peripécias no Universo ele ficou apaixonado e gostaria de ter as mesmas experiências.

Miguel estava bastante contente por ter conseguido encontrar aquele livro por que tanto procurara. Quando ia perguntar quanto custava o livro, Miguel achou Eduardo a pior pessoa existente à face da Terra. Até o achou pior que o rufião lá da escola, o Vítor, que lhe batia por tudo e por nada. Eduardo informou-o que o livro já estava reservado para outro comprador. Miguel, como queria tanto aquele livro, decidiu que iria ficar ali à espera daquela pessoa intrometida para lhe tentar comprar o livro pelo preço que desejasse. Como esse comprador nunca mais chegava, dirigiu-se, cabisbaixo, para a paragem de autocarro. Já estava prestes a chegar, quando o autocarro arrancou, deixando-o ali sozinho, a maldizer a sua pouca sorte: comentou para si mesmo que aquele era o seu dia de azar.  Teria de percorrer um longo caminho até casa. Não seria a primeira vez que iria fazer esse percurso, mas naquele sábado que até ameaçava chuva, não lhe apetecia nada. Pior que aquele dia era impossível! Quando chegou a casa, estava muito triste. Foi tomar um banho bem quentinho e a seguir foi ver programa do National Geographic, que naquele dia passava as descobertas mais recentes do Universo. Assim pelo menos, não pensava tanto no sucedido na feira.

Mal o programa acabou Miguel foi para o seu quarto para jogar computador, quando reparou num embrulho que estava em cima da sua secretária. Por cima, havia um bilhete a dizer que era da sua mãe. Abriu-o e viu que era aquele livro que tinha encontrado na feira. Nesse momento, a sua opinião sobre aquele comprador que ele não conhecia, passou de pior pessoa que ele já tinha ouvido falar, para a melhor pessoa que ele tinha conhecido. Fartou-se de agradecer e gritou bem alto, de alegria. A mãe que ouviu a barulheira, depressa entrou no quarto do Miguel. Ela, que conhecia o sonho do seu filho desde sempre, disse para começar a experimentar os feitiços. Sem hesitar, o Miguel meteu mãos à obra. O primeiro que  experimentou, fazia com que ele viajasse para a época dos dinossauros. Ele seguiu os passos um a um, mas sem resultado. Que desilusão!

Mas cuidado! Do livro, começou a sair um papel amarelado, onde letras pequeninas e encavalitadas informavam que aquele livro era falso, não passava de uma imitação do original. Os verdadeiros feitiços estavam num livro guardado numa biblioteca escondida no castelo de Molinstart. Também tinha um « mapa do tesouro » com a localização do livro tão desejado.

Miguel, e a sua mãe que se chama Ana, começaram a fazer as malas. Iam partir à procura do tesouro! Agora é que a verdadeira aventura arrancava.

Foram até ao aeroporto de Lisboa e apanharam o avião para o Canadá, que, de acordo com o mapa, era onde se localizava o tal castelo. A viagem parecia que não tinha fim. Foram hooooras! Miguel ainda tentou adormecer, mas a excitação era tanta, que nem era capaz de ficar quieto na sua cadeira. Ao seu lado, a mãe sempre foi dormitando. Claro, a aventura não era dela!

Quando lá chegaram, foram logo alugar um quarto num hotel não muito caro, na cidade de Toronto, onde se localizava o castelo. Apesar do entusiasmo, decidiram descansar para se prepararem para o dia seguinte, que parecia prometer.

Na manhã seguinte, depois de tomarem o pequeno almoço, foram alugar um carro. Partiram logo para o castelo de Molinstart. A viagem não durou muito, pois localizava-se relativamente perto da cidade de Toronto. A viagem foi pacifica, mas quando estavam a chegar ao castelo, um grito estridente ecoou. Miguel estava pálido. A mãe, travou bruscamente. Miguel murmurou umas palavras sem nexo, repetindo insistentemente: fan-tas-ma, fan-tas-ma, enquanto apontava para fora do carro. Ana,recuperando do susto deu uma gargalhada e disse que isso não era possível. Retomaram a viagem, e quando chegaram ao castelo, viram que estava abandonado. Miguel estava mesmo com muito medo, mas como queria tanto ver o verdadeiro livro, « foi em frente ». Por muito incrível que pareça, o mapa que tinha a localização do castelo de Molinstart, começou a mudar de imagem e apareceu a planta do castelo. Mostrava precisamente o local do livro.

Quando passaram os portões do castelo, viram um enorme jardim que se estendia até às grandes portas de ferro que guardavam o grande castelo, que parecia abandonado e assombrado. Quando entraram no castelo, ambos sentiram um calafrio. Neste momento, a Ana achou aceitável a ideia de fantasmas. Ouviram o ranger do soalho do andar de cima e foram para lá a correr, para ver se encontravam alguém que lhes pudesse indicar o caminho para a biblioteca do castelo. Quando chegaram lá acima, ouviram uma porta a ranger. Esse barulho vinha de uma divisão, não muito distante. Filho e mãe não precisaram de trocar palavras. Fora ambos a correr para esse quarto. Ana, que foi a primeira a chega. Pareceu-lhe ver uma estante a mexer-se. Comentou com Miguel que devia haver ali uma passagem secreta. Não pensaram duas vezes e procuraram todo o tipo de mecanismos que pudessem desvendar o segredo daquele ranger, que tanto lhes despertava a curiosidade. Acabaram por não encontrar nada, então, Miguel teve a ideia de tentarem empurrar a estante, pois isso talvez ativasse o mecanismo automaticamente. Bem o pensaram, melhor o fizeram. Empurraram a estante em todos os sentidos e com todas as suas forças. Não demorou muito até a estante começar a deslizar, deixando uma entrada visível.

Através daquela passagem secreta, observaram uma grande biblioteca que parecia ter muitos livros portadores de feitiços. De um momento para o outro, viram um vulto mexer-se. Foram ter com ele e perguntaram-lhe quem era. Ele disse que era o guardião daquele castelo aparentemente abandonado. Então, aquele misterioso vulto perguntou-lhes quem eram, o que queriam e porque foram até ali. Contaram a história de uma ponta à outra com o máximo de pormenores, para ver se os deixavam sair daquele sítio com o livro que Miguel tanto desejava possuir. Miguel transmitiu o seu desejo àquela sombra misteriosa.

De repente, sentiram-se inseguros. Uma respiração ofegante estava cada vez mais perto. O  vulto começou a ganhar contornos cada vez mais definidos. Viram um braço a sair de uma  capa e na mão, estava um objeto. Cada vez mais, aquela respiração ofegante era mais audível. Um movimento brusco, fez Miguel fechar os olhos de terror. Quando ganhou coragem para os abrir, viu que debaixo daquela capa se escondia um homem idoso, que lhe estendia o livro que ele tanto procurara. O senhor afirmou que o deixava levar com uma condição. Que Miguel nunca revelasse  o segredo daquele castelo. Miguel jurou cumprir a promessa. Foi aí que ficou esclarecido o mistério do  «fantasma » que tanto assustara Miguel. O senhor criou-o para afastar as pessoas do seu castelo.

Miguel foi-se embora, feliz e contente da vida, com a mãe sem precisar do carro. Como tinham sido as primeiras pessoas a descobrir aquela biblioteca, o dono de Molinstart ofereceu-lhes outro livro, que lhes permitia viajar dum lado para o outro com a maior rapidez possível. Chegaram, por isso, a Lisboa enquanto o Diabo esfrega o olho.

Foi graças à sua coragem e esforço, que Miguel, se tornou o menino mais famoso do mundo, pois tinha o livro que muitos queriam ter, mas que só ele possuía. Também ficou rico por colaborar bastante com agências espaciais como a NASA ou a ESA, ou por ajudar nas pesquisas dos paleontólogos com os Dinossauros.

 

João da Silva Cruz, 6.º ano de escolaridade

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O Vulcão Adormecido

Olá, eu sou uma chita que mora numa savana africana. Dessa savana consigo contemplar o monte Kilimanjaro que não não é, nada mais nada menos, que um vulcão adormecido.

Este enorme vulcão, é o único ponto de África que tem neve. A sua altura são uns impressionantes 5891,8 metros.

Ontem, quando estava a correr atrás de um jipe ouvi dizer que 80% das neves do vulcão já derreteram e se continuarem a derreter a esta velocidade fenomenal, em 2020, já não vai haver neve no Kilimanjaro.

Como estavam enganados os meus antepassados! Eles chamavam ao vulcão «Monte das Neves Eternas ». Houve uma vez em que os meus pais me contaram que foram lá acima e viram um leopardo congelado.

Há uma coisa que eles já não chegaram a saber. Em 1973 o monte Kilimanjaro foi classificado como parque nacional.

Este vulcão é fabuloso, mas eu gostaria de o ver entrar em erupção. Afinal de contas, não é um vulcão? Não devia cuspir lava e cinzas? É que, nem eu, nem os meus antepassados, alguma vez vimos uma erupção do Kilimanjaro, pois a última foi há cerca de cem mil anos!!!

João Cruz, 6.º ano

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No dia 31 de Outubro, realizou-se uma visita de estudo ao Museu de História Natural e da Ciência em Lisboa. Fizemos duas exposições. Uma com o nome de «Cores na cozinha» e outra de nome «Laboratório Chimico».

O primeiro atelier, foi «Cores na cozinha» onde realizámos diferentes experiências com produtos do dia-a-dia.

Tínhamos cinco tubos de ensaio, um suporte para os mesmos, solução de couve-roxa, limpa-vidros, vinagre, água e detergente líquido. Verifiquei que a solução de couve-roxa era um líquido, roxo e, na minha opinião, cheirava a álcool.

No primeiro tubo de ensaio, pusemos 5 mililitros de solução de couve-roxa. No segundo, fizemos o mesmo, mas acrescentámos duas gotas de vinagre o que fez com que o líquido passasse de roxo a rosa.

No terceiro tubo, pusemos na mesma 5 mililitros de solução de couve-roxa e, desta vez acrescentámos duas gotas de água. O resultado final não foi de admirar: o líquido manteve-se da mesma cor.

No quarto tubo em vez de acrescentarmos duas gotas de água, pusemos duas gotas de detergente líquido, o que deu um lilás escuro.

No quinto e último tubo de ensaio, pusemos os 5 mililitros de couve-roxa e acrescentámos duas gotas de limpa vidros e o líquido ficou verde.

Chegámos à conclusão que em contacto com a solução de couve-roxa:

-produtos ácidos – o líquido torna-se rosa (vinagre)

-produtos básicos – o líquido fica verde (limpa vidros)

-produtos neutros – o líquido mantem-se da mesma cor

No segundo atelier, «Laboratório Chimico», observámos uma sala de aula, um anfiteatro, do século XIX. Pertence à Escola Politécnica. Descobrimos que só havia rapazes nessa escola e os professores eram todos homens com carreira no exército.

Havia dez cadeiras anuais e a número seis era química. No século XIX, para além de se escrever química com «ch», esta disciplina designava-se de «Química geral e noções das suas principais aplicações às artes». Estas aulas duravam 1 hora e 15 minutos. Nos primeiros 15 minutos, o professor escolhia um aluno à sorte para ele dizer a matéria da aula passada. No resto da aula dava nova matéria.

No século XIX, os alunos não podiam tirar dúvidas com o professor, pois não lhe podiam dirigir a palavra. Nesse tempo, os alunos não podiam ocupar o mesmo espaço que o professor. O professor para ir para a sala de aula e entrava por uma porta diferente dos alunos.

Achei esta visita muito entusiasmante e cheia de curiosidades fantásticas. Adoraria repeti-la.

João Cruz, 18-11-2012

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O Meu Super Fim de Semana

O meu fim de semana foi um pouco fora do normal. Foi fantástico! Fui ao Campo Aventura em Olho Marinho onde tive muitas aventuras. Todas elas «outdoor». Só mesmo quando íamos é que não. Mas isso também era uma grande aventura, só de pensar que dormíamos em beliches!

Fui com o meu pai e com os alunos do colégio onde ele trabalha. A parte de que gostei menos foi logo na viagem, pois não conhecia ninguém. Mas mal fomos à praia e fizemos surf, arranjei muitos amigos.

Já no Campo Aventura, conheceram-se os quartos e eu fiquei no número quatro. Adorei os meus colegas de quarto, pois eram super simpáticos e divertidos. Até quando era para a dormir estávamos sempre na palheta.

Gostei de todas as atividades menos de uma: a discoteca. A minha sorte é que um colega de quarto também não gostava e, já no quarto, jogámos às cartas enquanto os restantes dançavam.

Havia atividades super excitantes, como o «slide», a escalada, o percurso de bicicleta e os trampolins gigantes. Até havia piscina! Enfim, melhor não podia ser!

Foi um regresso muito triste, pois nestes três dias, quinta sexta e sábado, fiz amigos que nunca mais irei esquecer, e se calhar, nunca mais voltarei a ver.

 

 

João Cruz, 18-11-2012

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Exercício de reportagem feito por um aluno do 6.º ano do Colégio de Alfragide

O sonho de Tiago Pires por água a baixo

Surf: O Rip Curl Pro perde uma das suas principais atrações. O Saca ficou a segundos do apuramento e não foi além da segunda ronda em Peniche.

            Milhares de pessoas juntaram-se na praia Supertubos, em Peniche, para assistir a mais uma prova do campeonato mundial de surf. Foram horas de espera, ao frio, para apoiar Tiago Pires. Faltava cerca de um minuto para o fim e o“Saca” parecia estar a caminho da terceira ronda. JCruz estragou a festa.

O estilo inconfundível de Jcruz, o campeão do mundo

No entanto, esta foi a melhor prestação do Saca no Rip Curl Pro. Na praia, estava sempre tudo em silêncio quando o português esperava pela onda. Mas mal Tiago se punha de pé em cima da prancha, o público reagia de uma forma entusiástica. Levantavam-se cartazes a apoiar o atleta e ouviam-se gritos para dar força ao Tiago. Mas não foi o suficiente.

Tiago Pires (32 anos), depois de ser eliminado, afirmou ao Jornal Digital, que teve hipóteses de vencer, apesar de reconhecer que a concorrência era alta. Também disse que ainda ,para mais, o JCruz está na prova. Para quem não sabe, JCruz é o campeão mundial de surf em titulo e está em primeiro lugar no campeonato. Tiago agradece a todas as pessoas que o apoiaram.

Através de uma sondagem feita a 100 pessoas com a seguinte pergunta: “Agora que Tiago Pires já não está na prova, tem preferência no vencedor?” 5% das pessoas respondeu que não, 25% respondeu que preferia que ganhasse um dos brasileiros em prova, por pertencer a um país lusófono. O resto respondeu que preferia que ganhasse o JCruz por ser o campeão mundial.

Tiago Pires é sempre uma das principais figuras da etapa portuguesa do campeonato do mundo. O diretor da Rip Curl Portugal destacou isso mesmo. “Foi muito emocionante. Já o estava a ver na terceira ronda”, confessou ao Jornal Digital. José Farinha afirmou que teria sido importante a sua continuidade em prova.

João Cruz, 10 anos

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Os amigos de Branquinho

     Era uma vez um boneco de neve mágico chamado Branquinho. Esta é uma das suas muitas aventuras noturnas.
Mal Branquinho decidiu ganhar vida a primeira coisa que quis fazer foi contar as estrelas. Como elas eram muitas ele fez muitos bonecos iguais a si.           De repente um deles vê Marte e disse:
-Olhem todos! Uma estrela gigante!
Mas Branquinho corrigiu:
-Não é uma estrela gigante, é o planeta Marte.
Nesse momento ficaram todos tristes, pois pensavam que tinham descoberto a maior estrela do mundo.
Depois outro boneco de neve disse que tinha visto uma estrela branca.
– É a Lua -respondeu Branquinho.
Mais tarde, um dos bonecos vê um conjunto de estrelas que parecem ter a forma de um escorpião e gritou:
-Olhem ali – disse apontando – um escorpião gigante no céu!
Branquinho explicou aos bonecos :
-Isso é uma constelação. As constelações são conjuntos de estrelas. Duas das mais conhecidas são a Ursa Maior e a Ursa Menor.
-E tu conheces mais alguma constelação? – perguntou curioso outro boneco.
-Sim, conheço – afirmou11 Branquinho. As que gosto mais são as de Leão, Virgem e Peixes.
-Para além de tudo aquilo que nos contaste sabes mais alguma coisa interessante sobre o céu?
-Sim, existe um espectáculo de luzes no céu, muito bonito, chamado Aurora Boreal, que só se pode observar em alguns países junto do Pólo Norte, como por exemplo na Gronelândia ou na Rússia. Este acontecimento no Pólo Sul chama-se Aurora Austral.
De repente começa a nascer o dia e um boneco de neve disse:
-Olhem aquela estrela gigante!
-Agora sim, é uma estrela. Chama-se Sol e é a estrela do nosso sistema solar. Como está muito próxima da Terra, onde nós estamos, torna-se bastante perigosa para nós, pois vai aquecer-nos e vamos ficar transformados em água.
Os bonecos de neve acabaram por derreter, menos Branquinho. Ele viveria para sempre com os seus verdadeiros amigos, as crianças que o criaram.

João Cruz
5º ano

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O desenvolvimento da escrita

    Eu não gosto nada de escrever e, além do mais, o tema desta composição é sobre a escrita o que está mesmo parecido com um provérbio que diz:”junta-se a fome à vontade de comer”. Parece que desta vez o professor de Língua Portuguesa começou a exagerar!
Que sorte a que eu tive por os chineses terem inventado o papel, pois seria muito complicado escrever as muitas composições que o professor manda. Antigamente os únicos suportes que havia eram: a argila, a pedra, a madeira, o bambu, o papiro ou até mesmo o osso. É que para se escrever nesses materiais deveria demorar uma eternidade e assim eu iria perder o meu tempo precioso a fazer uma redação.
Um marco muito importante na escrita foi quando o alemão Johannes Gutenberg em 1450 inventou a prensa, que imprimia cerca de trezentas páginas por dia. Assim vendiam-se mais livros mais depressa e mais baratos.
Uns séculos mais tarde, Christopher Sholes inventou a máquina de escrever, que foi posta a funcionar em 1867.
Desde esse tempo até agora só se inventou mais uma ferramenta maravilhosa chamada computador, que para além de dar para escrever também dá para jogar.
Realmente os suportes da escrita têm andado a evoluir muito. Desde o tempo em que se usava osso até ao tempo do computador já passaram muitos séculos, mas mesmo assim, o Homem anda sempre à procura de mais. Até já se inventaram máquinas em que uma pessoa fala e a máquina escreve. Isso até me parece uma boa ideia para fazer composições, não acha professor?

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