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Archive for the ‘Íris Neto’ Category

CARNAVAL

O Carnaval é um dia de grande festa, um dia de tradição em que as pessoas se mascaram, brincam, vão passear e, por vezes, andam simplesmente normais. No Carnaval ando normalmente vestida porque não gosto de me mascarar, e estou completamente sem paciência.

Neste dia apenas gosto de me divertir com os meus amigos e amigas com balões de água, ar e fazer partidas às pessoas que achamos melhor. Mas lembro-me perfeitamente que, quando era pequena, adorava este dia festivo e mascarava-me à Dálmata, diabo ou bruxa (nunca de princesa).

Este Carnaval vai ser divertido para mim porque vou estar com as pessoas que mais amo (família e namorado) e com os meus amigos… quando estamos juntos é sempre uma grande festa em casa do meu pai.

E acho que é só, beijinhos da

Íris M., 8º ano

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VISITA DE ESTUDO A BELÉM

Terça-feira, 19 de Janeiro de 2010.

Estava um dia escuro, prestes a chover quando os alunos do 8ºA, 8ºB e 8ºC da escola Almeida Garrett partiram para uma visita de estudo ao Mosteiro dos Jerónimos e à Torre de Belém.

Como éramos muitos, metade do 8ºC foi com o 8ºB e a outra metade foi com o 8ºA. Eu fui primeiro à Torre de Belém. A vista para o mar é magnífica. Relaxa, olhar para a outra margem do Rio Tejo e levar com o vento na cara. Foi tudo muito giro até termos de subir umas escadas em caracol. Quando fomos a descer, até ficámos tontos e com as pernas a tremer. Só pensávamos como é que as pessoas que lá trabalhavam não se cansavam com tanto subir e descer as escadas.

Depois saímos e fomos para o jardim que lá havia. Nos bancos havia poemas que os poetas portugueses tinham feito sobre o mar.  Logo de seguida, as turmas tinham de trocar de lugares. Por isso o meu turno foi para o Mosteiro dos Jerónimos e o outro turno teria de ir para a Torre de Belém. Quando chegámos ao pé do Mosteiro lá fomos comer. Estávamos cheiíssimos de fome, e comíamos enquanto esperávamos pelo outro turno, porque eles demoraram muito a sair de lá.

Finalmente entrámos. A guia era muito divertida, mas já com uma certa idade. Começou-nos a falar da Arte Manuelina, como era constituída, em que século foi criada, por quem, etc. Depois fomos para a parte dos baptizados e casamentos. Se nunca foram ao Mosteiro, digo-vos… AQUILO É DEMAIS!!! A Guia esteve a contar-nos a história dos elefantes que seguram os túmulos dos Reis e Rainhas, história impressionante…

Logo de seguida fomos para o jardim, e aí houve uma grande confusão com o Condez da minha turma.Ele irritou a Guia e esta primeiro gritou com ele, depois explicou o caminho para a saída e no final foi-se embora toda contrariada. As nossas professoras ficaram muito zangadas com o Ricardo e também gritaram com ele.

Passado pouco tempo fomos embora. A chegada à escola estava prevista às 15h e chegámos às 13h, graças ao nosso amigo Ricardinho. Uns foram para casa e outros para a escola, à espera do ATL ou dos pai. Assim foi a nossa mini visita de estudo.

Íris, 8º ano

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A VIDA

A vida é uma coisa cheia de altos e baixos.

Um dia estamos bem e felizes da vida, outro dia estamos tristes e não queremos ver ninguém à nossa frente.

Por mais giro que seja viver, há sempre um momento em que desejamos morrer, e esse momento chama-se desespero. Isto acontece quando a pessoa que nós amamos já não gosta de nós, quando temos contas para pagar e já não temos dinheiro suficiente, quando o nosso chefe nos diz que somos incompetentes e que não sabemos fazer nada… etc. Enfim, coisas que acontecem no nosso dia-a-dia.

Mas este stress todo das contas e isso tudo só acontece com os adultos, pois nós, adolescentes, só nos preocupamos com o “grande” amor da nossa vida. Os rapazes só nos fazem sofrer, mas temos de levantar a cabeça e fazer-lhes frente. Eles fazem-nos sofrer e nós faremos com que eles sofram também. Afinal não somos nenhumas atadinhas.

A vida é como o mar, por mais perigosa que seja, traz-nos sempre surpresas maravilhosas.

Íris Monteiro Neto, 8º Ano

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Encontro inesquecível

Era o último dia de escola e a despedida foi horrível. Só de pensar que não ia ver os meus amigos durante 3 meses, até me vinham as lágrimas aos olhos.

Cheguei a casa muito triste, ao contrário dos meus pais que estavam muito contentes, porque o meu pai tinha ganho 3 bilhetes para o Hawaii num concurso de rádio. Como não sabia de nada, fui perguntar-lhes porque estavam com aquela euforia toda.

– Ganhámos 3 bilhetes para o Hawaii filha… vai fazer as malas!

Esta foi a frase que ele me disse. Com tanto histerismo nem reparou que eu estava mal.

No dia da partida, foi uma grande confusão. Primeiro a minha mãe não sabia onde estavam as malas. Depois o carro não tinha gasolina. Lá teve o homem de ligar ao meu tio para trazer combustível. Finalmente estava tudo em ordem, mas eu estava triste com a ideia de deixar os meus amigos. Não me saía esta ideia da cabeça. Para me esquecer tive de começar a mandar-lhes SMS. Num desses SMS perguntei à minha melhor amiga onde ia passar as férias, e qual não foi o meu espanto quando ela respondeu que ia para o Hawaii com os pais e irmãos. Dei logo um grito de alegria. Depois falei com os meus pais e perguntei-lhes se a Diana podia vir passar uns dias connosco e eles concordaram. Depois telefonaram aos pais dela e eles também disseram que sim.

A partir daí fiquei muito ansiosa. Depois disse-te que não podíamos falar nas próximas 3 horas, porque tinha de ir para o avião. Quando entrei lá, bem… Aquilo parecia um mini hotel, muito luxuoso… As camareiras bem vestidas, com o tabuleiro na mão a perguntar se queríamos caviar. Estava no paraíso, pensei eu.

Quando chegámos ao nosso destino, fomos buscar as malas e viajámos de autocarro até ao hotel.

Quando chegámos ao hotel, estavam duas meninas à entrada a oferecerem-nos  uns colares de flores. Entrámos, fizemos o check-in e fomos para o nosso aposento: um quarto com vista para a praia. Espectacular! Aquilo era LINDO !!

Voltei à troca de mensagens com a Diana e quando lhe perguntei onde ela estava, a resposta foi esta :

-Mesmo atrás de ti, amorzão!

Voltei-me e ao vê-la quase que chorei! Foi muito divertido. Fomos à praia, fizemos festas só para nós as duas, víamos filmes de terror…Bem, foi fantástico.

Nunca me hei-de esquecer deste dia fabuloso e não me importava que se repetisse durante 1 mês ou talvez 2.

Quando regressámos à escola, tínhamos muitas coisas fabulosas para contar aos nossos amigos.

Só espero voltar a viver estes dias outra vez!

ÍRIS MONTEIRO NETO  8ºB Nº12

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