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Archive for the ‘Carolina Rosa’ Category

A Pobreza sempre existiu, ao longo dos tempos, e nos momentos de crise piora, faltando assim a algumas pessoas os cuidados básicos. Nomeadamente, costumam  faltar a algumas famílias, alimentos de boa qualidade  e a higiene suficiente, o que tem implicações  no nível de saúde dessas famílias.

Em relação aos cuidados alimentares, muitas pessoas, têm vindo a preocupar-se  com as famílias pobres.  Um exemplo disso é uma instituição internacional, a FAO, que tenta promover o acesso a produtos agrícolas e de boa qualidade alimentar, na vida das pessoas.

A cultura de Pobreza é aquela que passa de geração em geração baseada na perpetuação de deficiências ou insucessos.

Agora vamos  falar do segundo tema: A Exclusão Social

A exclusão social são dificuldades ou problemas, vividos por determinados grupos que não são aceites na sociedade. A Exclusão social é uma separação de pessoas, sendo normalmente excluídas as pessoas com menos posses.

Os fatores de exclusão podem ser a raça, a religião, a pobreza, as crenças, a incapacidade física ou psicológica, …

Foram entrevistadas algumas pessoas, sobre a sua opinião sobre o tema e uma das respostas foi que « A exclusão social  é um assunto muito sério, que afeta mentalmente ou fisicamente uma pessoa e pode levar à loucura se o caso for grave (…) »

A Pobreza e Exclusão Social, não deveria existir, por isso pedimos a todos que  apoiem esta causa!

Esta Reportagem foi feita para promover a Semana Contra a Pobreza e Exclusão Social.

Carolina Rosa, 6º ano

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Era madrugada, quando acordei. A minha família era pobre, por isso, estava na hora de eu ir pedir esmola ao pé da igreja.

Depois de o movimento irromper pela cidade, ouviu-se um ruído estrondoso, que fez o chão tremer. Tentei fugir, mas depois de alguns minutos de corrida, a terra voltou a tremer; com medo, subi para uma grande árvore corpulenta, num sítio alto de Lisboa. Logo reparei  que a água estava a recolher. Foi uma sensação muito estranha e por isso acabei por permanecer na árvore corpulenta.

Mas desta vez o mal do tremer da terra não tinha vindo sozinho. Tinha vindo acompanhado por uma grande onda de cerca de vinte metros. No momento seguinte, vi a água destruir tudo o que havia sido construído durante todo o sempre, e logo via as chamas a tomarem conta da cidade. E os edifícios já caídos, eram assaltados, com o desespero das pessoas.

Dois dias depois do incidente, a cidade começou a cheirar a morte.

Vi a minha mãe a ser deitada ao mar e nesse momento vieram-me as lágrimas aos olhos. Nenhum familiar meu sobreviveu, ou pelo menos, nunca mais vi ninguém. Tive de me afastar mais da cidade para não apanhar doenças, pestes, …

Mas depois da tragédia, deu-se um milagre: Uma nova cidade acabara de ser construída. Vi a nova cidade, moderna, perfeita e reconstruída, e cheia de novas oportunidades.

Passei a ter uma melhor vida na «Lisboa Iluminada».

Para mim, só agora iria começar a minha vida!

 

Carolina Rosa, 11 anos, 6º ano

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A Minha Estrelinha

A minha estrelinha

Era uma vez uma menina, de olhos verdes, grandes, que demonstravam uma expressão de delicadeza no seu rosto. Ela era loira e bondosa, chamava-se Sara. Tinha um irmãozinho, cujo nome era Simão, que era muito parecido com a sua irmã.

Uma noite, Simão não conseguia dormir, e foi chamar a sua irmã. Disse-lhe que não conseguia dormir pois o seu peluche tinha desaparecido. Sara tentou procurá-lo, mas não o encontrou e disse-lhe:

– Simão, também não consigo dormir, vamos ver uma estrelinha!

– Então vamos! – respondeu Simão, entusiasmado.

E lá foram eles ver estrelas…

De repente, parecia que alguma coisa estava a chamar a atenção de Simão.

– Sara, aquela estrela brilha tanto e é tão bonita!…

– Simão, este sítio é o melhor para ver estrelas, é por isso afinal que se chama Montanha Estrelada.

Esta conversa, fez com que a estrela fosse ter com eles.

– Menino, obrigada pelo seu elogio!

– De nada, afinal, é verdade. – respondeu o Simão. – Eu sou o Simão e esta é a minha irmã Sara.

– Olá Sara! – disse a estrelinha, cumprimentando-a.

– Olá estrelinha. – disse Sara bocejando. – conseguiste pôr-me com sono, podes tentar adormecer o meu irmão?

– Claro. – respondeu a estrelinha.

E lá foi a estrelinha tentar adormecer o Simão, e parece que conseguiu!

Na noite seguinte combinaram que todas as noites a estrelinha iria brincar com Sara e Simão.

Numa dessas noites, em que estava combinado irem brincar os três, a Lua não apareceu.

– Que esquisito! – disse Sara. – Hoje não há Lua?!

Com uma expressão preocupada a estrelinha disse:

– Esqueci-me completamente! A Lua não veio por minha culpa; sou eu a única estrela que tem a função de convidar a Lua, todas as noites para aparecer. Desculpem, mas já não posso brincar convosco.

Simão entristeceu-se e foi para a cama.

No dia seguinte, quando acordou viu ao pé de si, um novo peluche, igual à estrelinha, que lhe tinha passado a fazer companhia.

Já de noite, a Lua tinha voltado a aparecer, e isso era sinal de que a estrela tinha voltado a convidar a Lua.

Depois veio o dia, e Simão tinha uma carta em cima da sua mesa de cabeceira que era da estrelinha. Dizia que todas as noites ela ia deixar uma cartinha dela, para Sara a ler, pois ele não o sabia fazer.

Simão saltou de felicidade e nunca mais se esqueceu da estrelinha.

Carolina Rosa,

5º ano

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Ser Italiana

         Eu vivo em Roma, a capital de Itália. Esta é uma cidade muito antiga, com séculos de história. Foi a capital do Império romano. Aqui, podemos visitar o famoso Coliseu, o Fórum romano, o Estado do Vaticano, entre outros.
Itália é um país que fica situado junto ao mar Mediterrâneo, (é conhecido como o país em forma de bota, com várias ilhas que podemos explorar).
Nos meus tempos livres vou visitar monumentos antigos com a minha família e amigos.
A comida aqui é muito boa. As comidas mais comuns são a pizza e o famoso “spaghetti”.
Quando as férias chegam faço pequenas viagens a Veneza e ando de gôndola. Aos fins de semana, por vezes vou ver jogos de futebol com o meu pai.
No Inverno, vou aos Alpes, esquiar, no Verão vou à ilha da Sardenha fazer passeios de barco e no carnaval irei ver os desfiles de máscaras em Veneza, e vai ser fantástico!
Também hei de ir visitar fábricas de automóveis, principalmente aquelas marcas mais conhecidas como a Ferrari, o Lamborghini ou o De Tomaso…
Gosto muito de viver em Itália.

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A Fada Sofia

Era uma vez uma fada, chamada Sofia, que vivia no Reino das Luzes, lá onde havia muito mais do que um Sol, lá onde não havia menos que mil luzes, lá onde todos gostavam uns dos outros, ninguém se aborrecia com ninguém, e onde,  se assim acontecesse faziam logo as pazes. Enfim, era um Reino das Luzes muito civilizado.

Certo dia as luzes deste maravilhoso reino, não voltaram a aparecer. Toda a gente investigou o que se estava a passar,  mas ninguém havia descoberto, quem fizera tal maldade.

As pessoas já não viam quase nada, e pela falta de luz uma das pessoas queixou-se:

– O que aconteceu às luzes que iluminavam a minha casa? Ontem derrubei a minha jarra de prata!

A fada Sofia descobriu finalmente que a bruxa tinha tapado todos os Sóis que faziam com que todas as pessoas vissem. A pobre fada implorava para que ela destapasse os Sóis de novo, mas ela não obedecia. Por fim, a fada perguntou-lhe:

– Que ganhas tu por fazeres mal às pessoas?

– A glória! – respondeu ela.

– E não podes ganhar a “ glória” a fazer o bem?

A bruxa pensou seriamente na pergunta da fada, mas não conseguia chegar a uma conclusão e por isso achou que fazer o bem também lhe dava não só glória, mas também felicidade.

Por isso tomou uma decisão: nunca mais fazer mal a ninguém. Foi coroada “fada” e até agora foi a melhor “bruxa” boa que existiu.

E passou a ser amiga e parceira da fada Sofia…

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Impressões do Segundo Ciclo

          O primeiro ciclo acabou, e eu estava a ver que nunca mais chegava o segundo ciclo, porque eu sabia que ia gostar mais das novas disciplinas deste espetacular segundo ciclo como por exemplo Ciências da Natureza ou EVT

          Por um lado é mau, porque vou deixar a outra escola, os professores que tive durante tantos anos. Mas por outro lado é bom, porque no segundo ciclo, vou ter mais testes, mais trabalho e responsabilidades, também matérias bem mais interessantes para estudar. E eu gosto disso.

         Em relação às amizades, vou deixar velhos amigos que também mudaram de escola, como eu, em especial uma amiga que estava comigo desde os meus quatro meses e que ficou comigo até ao quarto ano. Nunca nos tínhamos separado, até agora. Para mim essa foi a pior parte do segundo ciclo, mas também a melhor porque conheci amigos novos.

          Neste segundo ciclo espero ter boas notas, e perceber melhor a profissão que eu quero seguir. E também quero que as amizades durem muito…!

Novas oportunidades esperam por mim no segundo ciclo!

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