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Archive for Setembro, 2012

Olá! Eu sou a Mizi, uma pequena gotinha de água! Sou muito pequenina, e os grandes seres humanos não sabem como eu vivo, por isso vou contar-vos!
Sou mais uma gota de água no meio de muitas outras, e há quem não me dê muita importância, mas eu sei que a mereço.
Eu levo uma vida muito atribulada! Vivo na minha pequena casa, e todos os dias vou trabalhar. Tudo começa quando a torneira é aberta, e lá vou eu para mais um copo cheio de água. Lá conheço amigas novas e viajamos juntas para o organismo do nosso «dono» naquele momento. Ficamos lá dentro algum tempo, onde podemos conversar todos, até sermos chamadas para a má hora de sair.
Para nós, a saída é como um salto para uma enorme piscina. Eu vou com todas as amigas que conheci, e por vezes penso que vou perder gotinhas de água importantes para mim, mas elas vêm mais no final e adoram relaxar connosco durante o tempo que
podemos.
Mais tarde sentimo-nos, todas nós, como se fossemos comidas por um tornado, e vamos todas juntas, descendo por uma «grande cascata». Passamos por todas as casas da cidade, as piscinas municipais, os museus, os laboratórios, as ruas e ruelas, as baixas e as lojas, os centros comerciais e as gelatarias. Enfim… é uma vista fantástica, e ficamos a conhecer toda a cidade.
A minha casa é quase na fronteira, e eu às vezes chego a ser a única gotita no «escorrega».
Quando chego a casa, sinto-me cansada e vou descansar para no dia seguinte estar pronta a trabalhar.
Assim é a vida de uma gota de água, talvez um pouco diferente da dos humanos no que toca ao emprego, mas igualzinha nas outras alturas. E também outra igualdade: temos todos a mesma importância!
E esta é a vida de uma pequena gota de água!
Catarina Carapinha
6º ano A

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Poema

Hoje estou feliz

Não sei porquê?

Talvez por estar um dia bonito

Talvez por ser um petiz

Ou por brincar com um periquito

 

Os pássaros cantavam

O tempo passava

Os leões rosnavam

E a cantiga começava

 

Na Ericeira vivo

O mar eu oiço

Vou sempre contigo

Andar de baloiço

 

Com os meus pais vou passear

Mais a minha irmã, que me faz companhia

Para a praia vou , com os meus primos brincar

É sempre uma grande alegria

 

João Tomás Magalhães, 10 anos

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Os Meus Serões

Os meus serões em casa, são muito ”iguais”.

Eles são sempre passados em casa, mesmo agora que o meu irmão nasceu e a minha mãe dá-lhe muita atenção, e com os assuntos que ela tem que resolver não tem lá muito tempo para ficar connosco.

É só mesmo aos fins-de-semana.

Nesses serões eu fico a ver televisão e também brinco com o meu irmão. Nesses serões também brinco com a minha irmã, leio um livro, faço os trabalhos de casa, janto, e depois vamos para a cama, pois como eu disse eles são sempre a mesma coisa.

 

Kiara Ferraz, 10 anos

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Uma História de Encantar

 

Era um dia frio estava a nevar e o senhor Bartolomeu estava a ralhar com o seu empregado.

O empregado tinha um filho muito doente e era muito pobre, por isso não tinha o dinheiro suficiente para pagar um médico e um tratamento como deve ser para o filho.

O senhor Bartolomeu era mesmo rico e era muito mau para o empregado, e os ordenados eram muito baixos.

Vou contar-vos o que aconteceu no Natal. Era noite e o senhor Bartolomeu na cama estava a apreciar o seu sonho quando foi acordado por espíritos de Natal que lhe mostraram o mundo e como viviam mal, pessoas pobres e lá incluía o seu pobre empregado mostrando um pequeno pardal e ervilhas.

Isso despertou-lhe muita coisa e no dia seguinte foi a casa do empregado com um grande saco a fingir que iria fazer o empregado pagar qualquer coisa quando era exatamente o contrário, trazia o saco cheio de brinquedos e comida.

E a partir desse dia o senhor Bartolomeu  passou a apoiar o pequeno doente e também o empregado.

 

Kiara Ferraz, 10 anos

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Um Dia de Chuva

Vejo a chuva a cair,

Começo a chorar,

Só de saber que agora ainda não vai acabar,

E o verão que nunca mais está a chegar.

A chuva a cair,

Eu a dormir,

Porquê que a,

Chuva me dá uma vontade de dormir.

Finalmente chega a manhã,

Ponho-me no carro,

E vou para a escola trabalhar,

Porque daqui a um mês vou ver o sol a brilhar.

Assim acabo esta composição,

Com pouco a contar,

Mas esperem então,

No verão eu irei contá-la.

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As Minhas Férias Grandes

Tópicos:

Onde? Vila Nova de Mil Fontes, Viseu, Almeirim, Verdizela, Casa em Lisboa

Quando?

O que fiz?

Como me senti?

Este ano , nas férias grandes, estive em várias cidades e sítios de Portugal.

Nas primeiras duas semanas de Julho, estive em Vila Nova de Mil Fontes com a minha mãe e a minha irmã. Estivemos a acampar no parque de campismo. Lá havia um bom restaurante onde se comia bem, tinha um salão de jogos onde eu costumava jogar« snooker» e ping-pong ou setas.

A vila era muito limpinha, não havia lixo nenhum no chão. As casas eram vivendas, todas recentes, embora houvesse algumas abandonadas. As paisagens eram muito giras, principalmente ao pôr do sol.

Normalmente ia à praia, mas às vezes também íamos à piscina. Eu gostava mais da praia porque era mais fundo do que a piscina, e havia ondas. Água sem ondas não tem piada.

Depois de Vila Nova de Mil Fontes, regressei a Lisboa onde estive cerca de duas semanas até ir para Viseu. Aqui vivem os meus avós paternos e os meus tios. Os meus avós já estão reformados, mas o meu avô ainda vende pipocas, no parque da cidade.

Em Viseu o que eu gostei foi da diversão no rio: por vezes ia nadar e mergulhar, outras vezes ia à pesca.  Além disso a pesca era dentro de um barco, o que tornava as coisas mais giras. Também fui a uma pista de gelo, coisa que eu também gostei tanto que fui lá três vezes. De tarde, costumava ver televisão.

De Viseu, da casa dos meus avós paternos, fui directamente para Almeirim para casa dos meus avós maternos.

Aqui a vida era diferente pois os meus avós vivem numa quinta: é só animais, desde galinhas a touros, pois estamos no Ribatejo. Passava os dias na rua, nas brincadeiras normais no campo: atirar pedras aos pardais, trepar às árvores, pescar no rio, e assim por diante. Além disso também trabalhei no campo a ajudar os meus avós nas colheitas: tomate, couves, cebolas, abóboras, alfaces e depois as peras e maçãs.

Depois voltei a Lisboa até ir para a colónia de férias na Verdizela. Estive lá duas semanas  em que  fiz muitas actividades e jogos, ia à praia, à piscina e fizemos até uma visita a um parque aquático em Santarém.

Por fim, já no fim das férias em finais de agosto, voltei para Lisboa e passei cá as últimas semanas. Foi giro porque estava sozinho em casa, tratava da relva e dos animais e aproveitei para fazer os trabalhos de férias.

Por fim veio o dia 10 de Setembro e a escola começou. Gostei muito das minhas férias porque pareceu que o tempo passou a voar.

 

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