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Archive for Novembro, 2011

O desenvolvimento da escrita

    Eu não gosto nada de escrever e, além do mais, o tema desta composição é sobre a escrita o que está mesmo parecido com um provérbio que diz:”junta-se a fome à vontade de comer”. Parece que desta vez o professor de Língua Portuguesa começou a exagerar!
Que sorte a que eu tive por os chineses terem inventado o papel, pois seria muito complicado escrever as muitas composições que o professor manda. Antigamente os únicos suportes que havia eram: a argila, a pedra, a madeira, o bambu, o papiro ou até mesmo o osso. É que para se escrever nesses materiais deveria demorar uma eternidade e assim eu iria perder o meu tempo precioso a fazer uma redação.
Um marco muito importante na escrita foi quando o alemão Johannes Gutenberg em 1450 inventou a prensa, que imprimia cerca de trezentas páginas por dia. Assim vendiam-se mais livros mais depressa e mais baratos.
Uns séculos mais tarde, Christopher Sholes inventou a máquina de escrever, que foi posta a funcionar em 1867.
Desde esse tempo até agora só se inventou mais uma ferramenta maravilhosa chamada computador, que para além de dar para escrever também dá para jogar.
Realmente os suportes da escrita têm andado a evoluir muito. Desde o tempo em que se usava osso até ao tempo do computador já passaram muitos séculos, mas mesmo assim, o Homem anda sempre à procura de mais. Até já se inventaram máquinas em que uma pessoa fala e a máquina escreve. Isso até me parece uma boa ideia para fazer composições, não acha professor?
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Hoje eu estou muito bem disposto e inspirado para escrever uma composição sobre mim.

Eu sou um pequeno rapazinho chamado João, tenho nove anos e as pessoas pensam que eu sou muito responsável, mas estão enganadas! A verdade é que eu sou uma cabeça aérea, pois quando é para estudar, é uma crise!
Quando estudo Língua Portuguesa fico a pensar nos países longínquos como o Brasil, a Guiné-Bissau, ou até mesmo Cabo Verde. Penso nisto porque um dia gostaria de visitar um destes países, porque falam português.

Sempre que estudo Ciências da Natureza, já é habitual ver-me no dorso de uma chita enquanto ela corre. Deve ser bastante engraçado, melhor do que num carro descapotável em que também se apanha com o ventinho na cara.

Quando estudo Música também é complicado. Penso que estou a conhecer Chopin, Beethoven, Mozart, Tchaikovsky, Vivaldi e muitos mais. Se isso fosse realidade, iria ser um rapaz sortudo, pois seria uma honra conhecer estes maravilhosos compositores.

Também quando estudo EVT é um problema. Penso logo que estou a fazer um desenho com o Picasso ou então com o Salvador Dali. Esses pintores são os inspiradores para as minhas obras de arte.
Se estudo HGP imagino que estou com o tetravô, do meu tetravô, do meu tetravô em Foz Côa a fazer uma pintura rupestre de um urso-pardo.

Só mesmo quando estudo Matemática é que não invento distrações, que alívio!

Eu sou um cabeça aérea e mostro tudo isso nas linhas anteriores. Mas também sou um pouco responsável, pois fiz esta composição onde espero ter boa nota.

João Cruz, 5.º ano

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