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Archive for Setembro, 2011

Ser Italiana

         Eu vivo em Roma, a capital de Itália. Esta é uma cidade muito antiga, com séculos de história. Foi a capital do Império romano. Aqui, podemos visitar o famoso Coliseu, o Fórum romano, o Estado do Vaticano, entre outros.
Itália é um país que fica situado junto ao mar Mediterrâneo, (é conhecido como o país em forma de bota, com várias ilhas que podemos explorar).
Nos meus tempos livres vou visitar monumentos antigos com a minha família e amigos.
A comida aqui é muito boa. As comidas mais comuns são a pizza e o famoso “spaghetti”.
Quando as férias chegam faço pequenas viagens a Veneza e ando de gôndola. Aos fins de semana, por vezes vou ver jogos de futebol com o meu pai.
No Inverno, vou aos Alpes, esquiar, no Verão vou à ilha da Sardenha fazer passeios de barco e no carnaval irei ver os desfiles de máscaras em Veneza, e vai ser fantástico!
Também hei de ir visitar fábricas de automóveis, principalmente aquelas marcas mais conhecidas como a Ferrari, o Lamborghini ou o De Tomaso…
Gosto muito de viver em Itália.

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A Despedida

Eu sempre fui boa aluna, mas quando soube que a minha melhor amiga ia embora do colégio no quinto ano fiquei chocada. Somos amigas desde os três anos e agora tínhamos de nos separar.
Nós adoramo-nos, brincávamos sempre juntas. No terceiro ano sempre que acabavam as aulas íamos para o recreio brincar, só nós as duas, era tão divertido.

Mas agora cada uma ia para uma escola. Eu ficava na mesma escola e ela ia para outra escola. Até é divertido ser do quinto ano, mas sem a minha melhor amiga não é a mesma coisa.

Lá na escola entraram duas meninas novas  e são simpáticas, mas a minha melhor amiga é, para mim, a pessoa mais simpática que eu já conheci.
Mas nós ainda nos continuamos a encontrar , às vezes eu vou a casa dela e ela vai à minha. Nas aulas fico a pensar nela e não me consigo lembrar de mais nada.
Agora gostava de estar com ela porque seremos amigas até ao fim. Amigas para sempre.
Inês Silva 5º ano

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O que gostava de ser!

                 Quando eu tinha seis anos e andava no primeiro ano, eu queria ser jogador de futebol. Achava que era uma actividade muito interessante.

                 No segundo ano, eu queria ser ginasta. Tinha assistido a uns espetáculos e tinha achado mmuito giro. No terceiro ano eu voltei a querer ser jogador de futebol .

                 – Eu tenho que me decidir, – disse eu para comigo.

                 Pensei muito, muito e não me consegui decidir.

                 No quarto ano eu tive uma aula de ténis muito gira e muito engraçada, com o meu tio Henrique. Aí,  é que foi uma grande confusão, porque eu já tinha ginástica  e futebol. E os meus pais achavam que já eram actividades a mais.

                No quarto ano eu decidi ser jogador de ténis, porque o meu padrinho, que era a mesma pessoa que me dava aulas de ténis, já tinha muitas taças e eu queria ter mais taças do que ele.

                Então eu decidi ser jogador de ténis. E ainda hei-de ser melhor que o Nadal.

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A Ilha Perdida

Era uma vez duas meninas, a Laura e a Leonor, que eram gémeas inseparáveis. O que uma pensava, a outra fazia. Não era por competição, mas era assim antes como se ambas fossem um corpo é uma mente.

Certo dia, estavam elas a estudar Geografia, quando repararam que no atlas, no meio do Oceano Pacífico, estava representado um pequeno ponto, quase invisível, que não tinham a certeza se era verdadeiro ou se era um pouco de sujidade. Foram buscar a lupa e observaram com atenção. Era mesmo uma ilha!

-Leonor, isto é uma ilha, uma ilha perdida! – exclamou a Laura.

-Uma ilha perdida prestes a ser explorada! – disse a Leonor, com grande entusiasmo.

Ficaram tão entusiasmadas que logo começaram a pensar em ir investigar que ilha seria  aquela e quem viveria lá. Prometeram uma à outra que não desistiriam. E como o prometido é devido, uns meses depois, quando as férias grandes estavam à porta, estavam prontas para a grande aventura que iriam viver, quando aterrassem num aeroporto a uma pequena distância do destino desejado.

A ilha ficava quase nos antípodas. Por isso demoraram muitas horas, mas chegaram. Já lá estavam, no aeroporto mais próximo da costa, para ver se aparecia algum barco de pesca. Finalmente arranjaram boleia até à ilha com dois Australianos que entretanto conheceram.

Ficaram boquiabertas com o que tinham à frente. Era do mais confortável que existira até hoje. Um hotel com spa, redes baloiço penduradas nas palmeiras… Enfim, aquilo era um sonho. E uma paz e um sossego apenas interrompido pelo marulhar de pequenas ondinhas na areia branca e fina.

Tinha sido construído por um engenheiro que já falecera, chamado Jacob.

Tão entusiasmadas ficaram com o que viram, que convidaram os Australianos para lá ficarem, e viveram os quatro felizes para sempre.

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As Minhas Férias

As minhas férias de verão, foram maravilhosas. Até se pode dizer que foram divididas em quatro partes, onde houve muita aventura e emoção.

No inicio das férias fui para o Entroncamento, depois voei pelo céu e fui a Paris. De regresso cai no mar e fui parar ao Algarve e por fim fui até à Atouguia da Baleia.

No Entroncamento gostei de ver os meus avós e o resto dos meus familiares que lá moram. Foi um mês cheio de brincadeiras e passeatas.

Mas o melhor ainda estava para vir! Mesmo no final de Julho eu, os meus pais e a minha irmã fomos até Paris. Como eu gosto muito de alturas não podia deixar de ir à Torre Eiffel.

Depois de uma semana cultural, o mar esperava-me. Foi no Algarve que dei os primeiros mergulhos das férias e fiz apneia. Também foi lá que se realizaram três festas, todas elas de aniversário: a do meu pai, a da minha mãe e a da minha irmã.

Já no início de Setembro fui para a Atouguia da Baleia. Aqui foi novamente o mar que reinou, mas troquei a máscara de mergulho pela prancha de bodyboard.

Nestas férias estive no mar, em terra e no ar. Viajei bastante, mas valeu a pena pois foram umas férias bem passadas. Nunca poderia desejar ter umas férias melhores que estas.

 

João Cruz, 9 anos, 5ºano

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A Passagem para o Segundo Ciclo

Quando estava no fim do primeiro ciclo fiquei contente e ao mesmo tempo triste.

Fiquei triste por saber que muitos dos meus colegas iam abandonar o colégio, mas também fiquei contente por saber que ia frequentar um novo ciclo, pois tinha tido boas notas no quarto ano.

Mal soube que ia ter dois novos colegas pensei se seriam rapazes ou raparigas e fiquei na dúvida até ao primeiro dia de aulas. Nesse dia especial fiquei finalmente a saber que eram raparigas! Chamam-se Carolina e Kiara.

Também fiquei contente por saber que os meus colegas antigos que ficaram na escola eram meus amigos, apesar de o meu melhor amigo se ter ido embora.

No primeiro dia de aulas, gostei de conhecer os nossos seis novos professores e também gostei de ficar a saber que eram todos muito simpáticos. Para além destes tenho um outro professor, que já conhecia de anos anteriores. É o diretor do colégio e é o que me vai dar mais aulas, entre elas a disciplina de que eu menos gosto, que é Língua Portuguesa.

Tenho a certeza de que vou adorar estar neste mundo diferente, que é o segundo ciclo, com novos professores e mais disciplinas. É uma nova etapa, que tenho de ultrapassar com sucesso, apesar de eu gostar muito de brincar e ser um pouco distraído.

 

João Cruz, 9 anos

5º ano

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Paixão pela Dança

Na escola secundária Gil Vicente havia muitas raparigas e todas as raparigas eram iguais. Eram muito femininas e os seus interesses eram supérfluos. Todas as raparigas do 8º ano gostavam de ir às compras, comprar vestidos e muito mais.

Mas havia uma rapariga diferente de todas as outras. Chamava-se Rita e tinha treze anos. Ela gostava muito de dançar Hip-hop. Mas, como era diferente de todas as outras,  nenhuma rapariga do 8ºano queria brincar com ela. Todas a achavam uma maria-rapaz.

Um certo dia passou na televisão a notícia de que se ia realizar um concurso de dança Hip-hop e a Rita quis logo participar. Mas as raparigas da sua turma gozavam com ela e diziam que ela não era capaz de ganhar. No entanto, contra tudo e contra todos, a Rita lá se inscreveu para o concurso.

No dia do concurso ela e as outras concorrentes já estavam em fila. Primeiro foi ao palco uma prima da Rita que não dançava lá muito bem. Depois foi uma rapariga que não dançava nada. E por aí fora.

Em último lugar foi a Rita. Ela dançou tão bem, tão bem, que o público aplaudiu tanto que  já se ouviam as palmas nos camarins.

No fim do espetáculo foi feita a votação e a Rita ficou em primeiro lugar. O primeiro prémio eram  cinco mil euros.

Após este espetáculo, a Rita continuou a fazer o que sempre gostou de fazer, de dançar Hip-hop.

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