Feeds:
Artigos
Comentários

Archive for Maio, 2011

O Boneco de Neve

 Era uma vez um boneco de neve que vivia na Serra da Estrela. Vivia numa gruta muito escura onde nenhum menino tinha ido. E ele só pensava:

  “Eu estou numa gruta tão isolada, como é que alguém me pode descobrir?”

Mas, um dia ouviu uma voz muito aguda. Parecia uma menina pequenina. A voz aproximava-se cada vez mais e ele pensava que podia ser a hipótese de ver alguém. Mas, depois, a voz afastou-se novamente.

Passaram dias, dias e nunca mais via ninguém.

Mas um dia apareceu uma menina que encontrou o boneco de neve e perguntou-lhe:

-Sabes onde encontrar lenha?

-Sim. No fundo da gruta.

A menina foi buscar a lenha, empilhou-a toda e chegou-lhe lume. Quando o ambiente da gruta começou a aquecer, o boneco de neve começou a derreter. E a menina aflita disse:

-O que é que eu fiz?

Pegou num balde que tinha na mala e foi buscar neve. Como era um bocadinho distraída esqueceu-se de apagar a lareira e ele continuou a derreter.

Quando ela chegou à gruta ele já estava derretido.

-E agora o que é que eu faço? – Repetia ela para si mesma. – Ele podia-me ajudar a sair daqui. Agora tenho que andar pelo frio sem saber para onde ir.

Andou durante muito tempo e só via o boneco de neve em todos os lados, até que finalmente lá divisou os pais correu para eles e contou-lhes o que tinha acontecido.

A partir desse dia, sempre que ir para a cama via o boneco de neve. E adormecia, triste, a pensar na forma de compensar o seu erro.

Gonçalo Gonçalves, 11 anos, 5.º ano

Anúncios

Read Full Post »

A Aventura

Numa aldeia desconhecida, não muito grande, mas habitada por algumas dezenas de pessoas, havia uns miúdos muito curiosos  e que também eram muito aventureiros. Afinal o que eles queriam era  ser uns bons detetives e um dia pediram aos pais se podiam ir à cidade sozinhos, pois eles nunca lá tinham ido.

A mãe e o pai disseram logo que não, mas na calada da noite  os 5 miúdos chamados Paulo, Rui, Tiago, Pedro e Gonçalo saíram com as mochilas que continham os alimentos e os objetos necessários à viagem.

Começaram a andar e saíram da aldeia. Passado um bocado entraram na floresta sombria e decidiram acampar logo no início.

De manhã os pais repararam que eles não estavam na aldeia e então foram procurá-los. Quando foram à procura deles eles já tinham começado a caminhada pela floresta sombria. De repente apareceu-lhes um lobo que parecia estar com um grande apetite. Após uma luta sem tréguas, o Gonçalo dá-lhe com um pau afiado na cabeça e o lobo desmaiou.

Os miúdos lá continuam a andar até que chegam a um ponto em que havia  um planalto gigante. O Gonçalo pára para ver se tem alguma coisa  na  mochila,  mas de repente repara que está em areia movediça. O Pedro que já tinha reparado na areia movediça, já está com um tronco e  puxa o Gonçalo com toda a sua força e aos outros também.

Já recompostos, sobem o planalto e vêem a cidade, mas  quando lá entraram os habitantes começaram a gozar com eles por causa das roupas e por serem meninos da aldeia.

Eles começaram a ficar tristes e decidiram regressar a casa. Mas aprenderam uma lição: não se pode ter tudo.

Miguel Brites, 11 anos, 5.º ano

Read Full Post »

   O infante D.Henrique nasceu no Porto em quatro de Março de mil trezentos e noventa e quatro e morreu a treze de Novembro de mil quatrocentos e sessenta. Foi um infante culto e na História ficou também conhecido como Infante de Sagres ou Navegador.

   D.Henrique era o quinto filho do rei D.João primeiro, fundador da dinastia de Avis e de Dona Filipa de Lencastre. Foi baptizado uns dias depois do seu nascimento tendo como seu padrinho o Duque de Viseu.

Em mil quatrocentos e catorze, D.Henrique convenceu o pai a preparar um ataque a Ceuta pois era uma cidade muito rica, e em 1415 os Portugueses atacaram aquela cidade e venceram-nos facilmente. No entanto com o decorrer dos anos iam sendo constantemente atacados.

Depois entre mil quatrocentos e dezanove a mil quantrocentos e vinte, João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira redescobriram, as ilhas da Madeira, e um pouco depois, em mil quatrocentos e vinte e sete, Gonçalo Velho descobriu as ilhas dos Açores desabitadas.

Finalmente em mil quatrocentos e trinta e quatro os Portugueses arranjaram coragem  para tentarem dobrar o Cabo Bojador. Foi Gil Eanes que o dobrou e viu que não tinha nenhum monstro de que tanto falavam.

E ainda em mil quatrocentos e sessenta descobriram Serra Leoa. Foi também nesse ano que morreu o Infante D.Henrique depois de uma vida dedicada à campanha marítima.

Miguel Brites, 11 anos, 5.º ano

Read Full Post »

Era uma vez uma formiga que corria nas provas de atletismo, e que, por isso, era muito rica.

Um dia as provas mudaram-se para um sítio muito longe e a formiga não se podia mudar porque tinha a família para sustentar. Então disse para si toda convencida:

-Com o dinheiro que tenho, vai ser fácil.

Viveram como reis durante alguns dias, mas um dia a formiga foi ao banco e foi informada de que já não tinha mais dinheiro.

-E agora tenho que ir contar à minha família para eles me ajudarem. – disse ela para si mesma.

Quando a formiga foi ter com a família contou-lhes e eles disseram que não precisavam dela. Porque o irmão dela era uma grande estrela de futebol e ia lá  buscá-los, mas ela não podia ir.

Quando eles foram embora a formiga ficou sozinha e na rua porque a família tinha vendido a casa. Quando já era meia-noite um grilo andava na rua e encontrou a formiga deitada num banco a dormir. Acordou-a e perguntou:

-O que fazes tu a estas horas deitado num banco de rua?

-A minha família abandonou-me.

-Eu sei o que isso é. Olha podes ficar em minha casa até encontrares uma casa.

-A sério? Obrigado.- agradeceu ela.

Os dois passaram imenso tempo juntos. Por isso, quando a formiga conseguiu dinheiro para comprar uma casa quis ficar com o grilo. E assim os grandes amigos ficaram a viver juntos na mesma casa.

Gonçalo Gonçalves, 11 anos, 5.º ano

Read Full Post »

O Meu Cão

O meu cão chama-se Lucky tem cerca de 3 anos e é muito querido.

Ele é branquinho, tem umas patinhas pequeninas, tem um focinho preto e orelhas alaranjadas. Quando ouve algumas palavras como por exemplo “Rua”, “água” ou “papinhas” espeta logo as orelhas para cima.

Ele come tudo o que lhe põem à frente, mas a sua comida preferida é café, ossos e pistachios com piripiri.

Quando vamos à rua e ele vê um cão costuma ladrar e rosnar. Até houve uma vez que foi mordido por um Rothweiler.

Ele gosta muito de brincar com um boneco da Hello Kitty e com rolinhos de meias.

Eu gosto muito do meu cão e ele também de mim.

Gonçalo Gonçalves, 11 anos, 5.º ano

Read Full Post »

Grécia versus Tróia

Há três mil e duzentos anos, Tróia tinha um território que devia pertencer a um país chamado Grécia. Os Gregos revoltados com a situação, decidiram atacar Tessália, território Troiano.
Os Gregos chegaram ao local,  repararam que o exercito Troiano de Tessália também lá estava. O rei de todos os reinos da Grécia, Agamémnon, avançou e o rei de Tessália também. De repente Agamémnon desafiou o seu inimigo:
– Vamos resolver isto à moda antiga, rei de Tessália! O teu melhor soldado contra o meu melhor soldado. Se o meu soldado morrer, deixamos Tessália em paz. Se o teu soldado morrer ficamos com Tessália. Aceitas?
-Aceito.
E o rei de Tessália chamou o seu melhor soldado:
-Boagrius!!!
E os outros soldados gritaram:
-Eeeeee!!!
Depois Agamémnon responde:
-Aquiles.
E vem ele, o melhor soldado de Agamémnon, pequeno mas ágil. No entanto Boagrius é um soldado muito possante.
Depois, Aquiles começa a correr, mas Boagrius lança uma lança muito rápida. Aquiles desvia-se, Boagrius lança outra vez uma lança, mas vai direita ao escudo de Aquiles que começa a correr muito rapidamente. Boagrius tdesembainha a espada, só que Aquiles salta e espeta-lhe a espada no coração. Assim os Gregos ficaram com Tessália.

3 Anos depois

No reino de Menelau ,irmão de Agamémnon, há sérios problemas: Tróia decide atacar o reino de Menelau, no entanto foi um ataque falhado. Mesmo assim, Agamémnon decide reunir todos os soldados de todos os reinos e diz-lhes que vão atacar Tróia com uma armada de mil barcos.
Num barco de vela negra vão os companheiros de Aquiles. Os soldados de Grécia ficam espantados ao verem o navio de vela negra onde vai Aquiles que avança para a praia de Tróia e vê que os soldados de Tróia estão preparados. Mesmo assim desembarcam e combatem contra os soldados de Tróia e, no fim acabam por ganhar a praia de Tróia, pois a outra ainda está por conquistar.
Durante vários dias os Gregos estiveram a pensar como é que iam passar as grandes muralhas de Tróia, até um dia em que os Gregos tiveram a ideia de construie um cavalo gigante de madeira.
Passado algum tempo os Troianos viram um grande cavalo e trouxeram-no para dentro de Tróia pensando que era uma oferenda de Poseidon.
À noite os soldados saíram do cavalo de madeira abriram as portas de Tróia, chamaram os soldados do seu exército e incendiaram-na. Foi assim que Tróia foi conquistada pelos Gregos foi também nessa investida que Aquiles morreu com uma flecha envenenada no calcanhar.

Miguel Brites, 11 anos, 5.º ano

Read Full Post »

A Minha Gata

A minha gata chama-se Babá, tem um ano e nasceu no dia dezoito de Maio de dois mil e dez.
Eu adoptei a Babá, quero dizer, foram os meus pais e mais dois amigos que me fizeram uma surpresa porque tive umas notas muito boas e passei de ano da escola e porque tinha perdido uma coelhinha havia uns meses que se chamava Matilde.
Mas eu primeiro tive que pensar numa coisa: eu estava com medo que a Matilde pensasse que eu a ia trair com outro animal e na primeira oportunidade em que os meus pais perguntaram se eu queria ter um gato e eu disse que não sabia e ainda hoje não sei se procedi correctamente. Eu já sei que se nasce, vive-se e morre-se, mas a Matilde estará sempre no meu coração e sei que ainda a vou ver daqui a uns tempos.
O mais engraçado na Babá é que ela tem uma banha toda descaída para baixo. Mas, como ela é muito magrinha nas outras partes do corpo e como a banha tem uns pelinhos,  quando ela está a correr a banha abana para um lado e para o outro.
Quando eu chego a casa, não costumo bater à porta ou tocar a campainha. O mais fascinante é que, quando eu abro a porta, é que ela está à minha frente, e quando eu fecho a porta ela vai logo a correr para o meu quarto e manda-se para o tapete que eu tenho e fica de barriga para cima para eu lhe fazer festinhas.
Eu tenho um robe com que me tapo quando eu tenho frio. De repente vejo a Bábá a correr para cima de mim. Mas ela quer é saltar para cima do robe e o mais estranho é que ela parece que está a mamar no robe porque se calhar a barriga da mãe devia ser tão fofinha como o meu robe.
Bem, ainda há mil coisas para contar, mas isso ia demorar muito tempo. O que eu posso dizer é que ela  é a minha gata de eleição e eu gosto muito dela.

Joana Gaudêncio, 10 anos, 5.º ano

Read Full Post »

Older Posts »