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Archive for Fevereiro, 2011

Uma aventura!

No ano passado eu tive uma grande aventura que me meteu medo até aos cabelos.

Eu estava com dois amigos. Um chama-se Guilherme e o outro é o Bruno. Estávamos nós os três a tocar às campainhas, quando, de repente, vemos uma pessoa a olhar para nós. Ela vem atrás de nós, começamos a correr e ele foi chamar as pessoas que estavam no prédio que também nos começaram a perseguir.

Nós conseguimos despistá-los, mas escondemo-nos atrás de um carro e eles estiveram a procurar-nos durante muito tempo.

Passado um bocado, quando nós estávamos a tentar escondermo-nos noutro local, uma mulher viu-nos.

-Eles estão ali vamos apanhá-los!- gritou ela bem alto.

Começámos a correr que nem loucos até chegarmos a uma árvore local onde eu e o Gui nos separámos, seguindo cada um por seu lado. Andámos tanto que fomos parar a um bosque.

-Acho melhor voltarmos para trás, porque este bosque é assustador.-disse o Gui.

Nós virámo-nos para trás e vimos as pessoas lá ao fundo.

-Temos que entrar no bosque por mais horroroso que pareça.- respondi eu com segurança.

-Ok! -disse o Gui com ar de quem estava cheio de medo.

As únicas coisas que tínhamos para comer eram pão e bolachas. Foi a nossa salvação. O bosque era arrepiante e cheirava mal.

-É melhor fazermos um abrigo.- propus eu quando era quase de noite.

À noite estava um frio de rachar. Tremíamos tanto que tivemos que fazer um abrigo. O nosso abrigo não ficou perfeito, mas deu para passarmos a noite.

Na manhã seguinte logo ao nascer do dia o Gui perguntou:

-Dormiste alguma coisa?

-Quem me dera -respondi eu a tremer de frio.

Andámos mais algum tempo até que finalmente encontrámos casas.

Ficámos de tal forma marcados com esta situação que nunca mais fomos tocar às campainhas. Foi remédio santo.

Gonçalo Gonçalves, 10 anos

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Andar a cavalo chama-se equitação ou hipismo.

O Hipismo é a arte de montar a cavalo que compreende todos as práticas desportivas que envolvam o animal.

Eu gosto muito de andar a cavalo, mas há pessoas que tem muito medo de andar. Nós começamos a ter confiança nele e, quando a aula acaba , queremos logo andar mais. Um dia, como eu tinha tanta confiança no cavalo, ( num dia muito quente os cavalos ficam muito excitados porque são cavalos de sangue quente ) também me sentia bem, mas, de repente, o cavalo começa a andar a galope (máximo nível de velocidade do cavalo) no picadeiro e deu cinco voltas. Como ele ia tão depressa, eu caí e desloquei o meu ombro. Depois fiquei muito desiludida com ele porque nessa altura ainda não sabia por que é que ele tinha ficado assim e durante umas 3 semanas não voltei a andar a cavalo.

Mas como a nossa ligação era muito forte, eu não consegui esperar mais tempo e voltei lá ao centro hípico, fui à box dele (box é o sitio onde os cavalos estão), e eu senti que ele me estava a pedir desculpa. Por isso voltei a andar outra vez e agora já estou na sela 3 que é o nível para preparação para os saltos.

Há vários tipos de provas na equitação como por exemplo as provas de saltos, dressage, corrida, pólo, etc. E agora vou-vos contar do que tratam:

Dressage(ou Adestramento)

Nesta prova, o cavaleiro deve executar uma série de movimentos num determinado período de tempo. Os jurados avaliam o competidor com notas de 0 a 10.

Saltos

Nos saltos, o cavaleiro deve transpor, na sua totalidade, com seu cavalo, entre 12 a 15 obstáculos ordenados numa pista que mede entre 700 e 900 metros. A altura dos obstáculos vai de 0,40m a 1,60m, dependendo da categoria. Para a chamada Equitação Fundamental a altura dos obstáculos vai de 0,40m a 0,90m. O vencedor será o cavaleiro que terminar a pista mais rápida, sem cometer faltas.

E ainda há o enduro equestre (prova em longa distância separada por etapas), volteio (ginástica sobre o cavalo), prova do laço, baliza, prova dos três tambores e o cross-country.

 

Joana Gaudêncio, 10 anos

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Os meninos do grupo do 3.º ano, quando viram os textos que têm sido publicados aqui neste blog, quiseram também participar com textos escritos por eles.

Ainda são muito simples como os seus pequenos autores, mas é com coisas simples que se constroem as mais complexas.

Desta forma transcrevo aqui o primeiro texto que me chegou. Quase não fiz correcções de forma a que ficasse original.

 

Era uma vez uma menina chamada Jelinda que gostava muito, muito de cantar, cantar e cantar. Todos os dias, cantava um bocadinho…

Até que um dia a Jelinda encontrou um rapaz de quem ela gostava muito, e a Jelinda disse:

-olá, eu quero dizer-te uma coisa. É que eu gosto de ti…

A Jelinda, não sabia que o rapaz de quem ela gostava era um príncipe. Quando ela soube, o pai dela viu o lindo rapaz que a sua filha tinha encontrado e o pai dela disse:

– Jelinda, eu não sei se te posso aceitar com esse rapaz de que tu gostas. Desculpa…

Mas o príncipe, meteu-se na conversa e disse:

– Jelinda, eu também gosto muito de ti, mas conhecemo-nos há tão pouco tempo, eu concordo com o teu pai. Ele tem razão, ele não me conhece, nem tu!!!

A Jelinda disse rápidamente a choramingar:

– O meu pai não manda em mim e, eu posso gostar de ti se eu quiser e eu quero…

De repente a Jelinda saltou e, aí beijou o príncipe à frente do pai.

O pai não tinha palavras que lhe viessem à cabeça, ele estava espantado por ver a sua própria filha a  beijar um rapaz que nem sequer conhecia, mas o pai da Jelinda sabia que podia confiar nela e ficou muito contente. Mesmo assim não sabia se o rapaz-príncipe era bom o suficiente para o bem da sua linda filha…

O príncipe ficou espantado por ver que a Jelinda gostava mesmo dele…E perguntou:

-Jelinda queres namorar comigo?

A Jelinda não hesitou e respondeu:

– Claro que sim…

A Jelinda chorava de alegria por finalmente namorar com o príncipe da vida dela…

Um dia eles casaram e tiveram filhos, mas antes disso, a Jelinda ficou espantada porque não sabia que ia ser uma bela princesa e ficou linda com aquele vestido…

O pai dela foi ao casamento e ficou muito feliz por ver que a sua filha agora estava a ter o melhor dia da sua vida. E gritou:

-Adoro-te, filha! Um dia muito feliz e uma vida também muito feliz…

Todos eles viveram felizes para sempre.

Vitória, vitória, acabou-se esta linda história…

 

Ema Monteiro, 8 anos

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O Valor da Amizade

Na minha opinião a amizade é uma das coisas mais importantes do mundo porque nós, para sermos felizes, precisamos uns dos outros.  Infelizmente as pessoas são muitas vezes egoístas e invejosas querendo o mal dos outros e não o bem.

Esta história que eu agora vou contar é um exemplo disso:

Um dia, na escola, uns senhores de um programa na televisão foram lá à escola oferecer uns cartões gratuitos em chamadas durante um mês, e pediram para nós fazermos uma fila e eu fiz o que mandaram. De repente, um menino chegou, e meteu-se à minha frente.

-Olha, desculpa, mas eu estava à tua frente – disse-lhe eu.

Ao dizer isso, ele empurra-me com tanta força que até eu caí no chão. Quando me consegui levantar, ele dá-me logo de seguida uma chapada na cara.

Eu abandonei a fila porque, como eu tinha andado numa escola privada, não estava habituada a este tipo de comportamento. Porque nesse colégio havia muita vigilância e naquela escola só havia um auxiliar.

Quando saí da fila, uma amiga veio  ter comigo a perguntar-me  se estava tudo bem, o que se tinha passado… E eu senti-me muito bem porque tinha uma amiga com quem contar. Outro meu amigo também me acarinhou e como ele tinha 3 cartões daqueles, por ser meu amigo, deu–me um.

E assim fiquei muito feliz por saber que tinha pessoas com quem podia contar.

Joana Gaudêncio

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A Volta à Minha Infância

Durante vários anos eu frequentei o Colégio de Alfragide, onde fiz o pré-escolar e depois os quatro anos do primeiro ciclo, até ao quarto ano.

Quando terminou o primeiro ciclo, os meus pais decidiram que eu ia para uma escola oficial. Assim,  fui para uma escola pública em C., de nome V. S..

Embora não esteja sozinha em relação aos meus colegas antigos ( tenho três colegas que também andaram no Colégio ),  já começava a ter saudades do colégio e perguntei aos meus pais se podia ir para a Sala de Estudo. Como depois das aulas não tinha nada para fazer, só os T.P.C(s)e não tinha companhia resolvi pedir para ir para lá, porque assim sempre tenho antigos amigos de outras turmas e as pessoas que trabalham no colégio de quem continuo a ser amiga.

Desta forma, faço os T.P.C(s) na sala de estudo, estudo, faço jogos com o Dr. Romão sobre várias matérias, tiro as minhas dúvidas e estou acompanhada  e os meus pais concordaram  e mandaram uma mensagem a perguntar se podia ir na terça-feira.

Como eu estava um pouco ansiosa, estava deserta que chegasse esse dia.

Nesse dia chegou a carrinha do colégio e eu, ao entrar vi a Dona Rosa e o Sr.Zé e foi muito bom vê-los de novo e começámos a falar como ia a escola.  Depois a Dona Rosa perguntou o que tinha sido o almoço e o meu amigo Miguel disse-me:

-É melhor começares a habituar-te porque a Dona Rosa pergunta sempre o que foi o almoço

– Ok, respondi eu.
De seguida chegamos à escola, e quando passei pela sala polivalente vi a Susana e a Sofia e fui a correr dar-lhes um abraço e começaram a dizer que eu estava muito grande, que tinham muitas saudades minhas e a perguntar como ia a escola e isso fez-me lembrar os bons tempos que lá passei e foi uma sensação muito boa.

Joana Gaudêncio, 10 anos

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Ó avó…

Numa manhã de sábado, muito calma, o João vai acordar a mãe que ainda dormia após uma semana de trabalho terrível.
-Mãe, mãe!  Hoje é dia de eu ir para a avó.- disse ele impaciente
-Já vou, João! Vê bem que horas são! – respondeu-lhe a mãe ainda meio ensonada, sem abrir os olhos.
-Mas, já são oito e meia! – exclamou o João muito contente.
-Vá, Vai-te vestir e depois chama-me outra vez. – continuou a mãe.
E assim foi.
O João foi-se vestir, fez a mala, foi tomar o pequeno almoço para a cozinha. Quando acabou de comer foi novamente ter com a mãe.
-Já estou pronto, mãe. – disse ele impaciente.
-Está, bem. – respondeu ela.
Passada uma boa hora, depois de se levantar, tomar banho e arranjar, lá saíram os dois de casa.
A viagem não era muito longa, mas o João estava como se fosse eléctrico e, quando estavam quase a chegar, exclamou:
-Eu gosto de ir para a avó porque ela conta-me muitas histórias.
Quando chegaram o João foi a correr e deu um grande abraço à avó.
-Já estava com saudades tuas. – disse ele no meio de beijos e abraços.
-Eu também, meu querido. – respondeu-lhe a avó muito contente.
Foi arrumar as coisas que tinha trazido e quando voltou à sala, perguntou:
-Ó avó! O que é o jantar?
-Febras. -disse a avó com um sorriso na cara.
Depois do jantar, o João refastelou-se no sofá, preparado já para mais um daqueles serões de que ele gostava tanto.
-Ó avó! Que história me vais contar hoje? – perguntou ele curioso.
-Hoje é uma lição de vida. – respondeu-lhe a avó. – Eu vou-te explicar: O homem tem que respeitar os animais e plantas. Por exemplo, se um cão estiver em perigo e um homem o for salvar, o homem pode ser apanhado desprevenido,  pois o cão pode morder-lhe e o homem com a dor larga o cão. Mais tarde,  o homem volta a tentar e salva-o outra vez.
-Mas, avó, o que queres dizer com isso? – perguntou o João.
-Quero dizer, que não importa como os animais se defendem. Nós, humanos, temos que respeitar a natureza deles. Apenas temos de tomar cuidado para que eles não nos prejudiquem. – respondeu-lhe a avó.
-Ah! Já percebi. – Disse o João a sorrir para a avó.
-Vá, agora vai-te deitar que já são horas. – respondeu-lhe a avó.
E deu-lhe um beijo na testa, enquanto o observava com um sorriso enigmático.

E o João lá foi, pensando no que a avó lhe tinha dito, e tentando perceber quais as implicações do que aquela história deixava transparecer.

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A Minha Banda preferida

A minha banda preferida chama-se “ 30 Seconds to Mars “ (30 Segundos para Marte), vem dos Estados Unidos da América e toca estes géneros de música: Rock Alternativo (onde entram os instrumentos: guitarra, baixo e bateria), Post-Grunge (instrumentos: violão, baixo, guitarra e bateria), Metal Alternativo (teclado, guitarra eléctrica, baixo e bateria) e Rock Neoprogressivo(Teclado, sintetizador, guitarra, bateria, baixo).

A banda é formada por Jared Leto, que é o vocalista da banda, Shannon Leto, que toca bateria e é irmão do Jared  e, por fim, Tomo Milicevic, que é o guitarrista.

O nome da banda foi criado a partir da ideia que defendia literalmente estarmos a 30 Segundos de Marte e é inspirado no mundo contemporâneo ( a caminho da guerra ).

Algumas das música deles são: “Search and Destroy”, “Hurricane”, “Night of the Hunter” e “Closer to the Edge”.

Esta banda que já é muito conhecida em muitos países foi fundada em 1998, ou seja, há doze anos.

Eu gosto muito desta banda, pois toca os meus estilos preferidos, os meus instrumentos preferidos e tocam e cantam bem.

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