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Archive for Novembro, 2010

Um Acidente

Na realidade, eu não sou um rapaz azarento, porque de facto nunca tive um acidente grave.

Há um ano, nas férias grandes fui passar uns dias à Zambujeira-do-Mar na Costa Alentejana. Na mesma altura encontrei lá um amigo meu que felizmente também lá estava a passar férias. Se não tivesse sido ele, as férias tinham sido uma seca pois não conhecia lá ninguém.

Como não havia mais nada para fazer, costumávamos passar as manhãs na praia a brincar na areia, a jogar futebol e a andar de prancha. Ele era mesmo um maluquinho por aquele desporto.  Ele gostava muito de andar com a sua prancha de “skiboard” à beira de água.

Um dia, estávamos a olhar para o mar. Ele estava a preparar-se para entrar e deixou cair a prancha. Infelizmente, ele não reparou que eu tinha o pé por baixo. Senti uma dor forte, mas não percebi que se tinha partido uma unha. Passado um bocado é que reparei que tinha o pé cheio de sangue e que a prancha me tinha partido a unha.

Tive de pôr um penso e andar com o pé protegido durante vários dias, o que foi uma seca pois não podia andar a brincar livremente.

Passado uma semana já estava melhor, mas foi muito doloroso.

Miguel Brites, 5.º ano

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Um Acidente

Por vezes é nas alturas em que estamos melhor e nos sentimos bem, que nos acontecem as maiores desgraças. No caso que vou contar, foi mesmo assim.

Houve um ano em que uns amigos de família nos convidaram, a mim e à minha irmã, para passarmos alguns dias com eles na casa dos avós que ficava no Alentejo, numa aldeia de nome Vale da Pinta.

Era uma vivenda grande, com um enorme quintal e uma piscina. Numa parte do jardim, havia uma rampa com uma curva apertada, que estava ladeada de arbustos que tiravam a visibilidade.

Na altura eu passava muito tempo a andar de trotineta e como gostava de passar naquela rampa, já a conhecia bem e pensava que sabia como era a curva.

Um dia, os meus amigos e a minha irmã foram pôr-se a conversar na rampa e ocupavam a passagem completamente. Então, eu, que estava a divertir-me a andar, quando fiz a curva não os vi, e quando dei com eles à minha frente gritei, gritei, mas eles não me ouviram.

Para não os aleijar, resolvi deitar-me ao chão quando estava mais perto eles.

Escusado será dizer que fiquei todo esfolado nos braços e nas pernas. Durante duas semanas andei a pôr pomadas para as feridas. E, nessas férias, foi remédio santo. Nunca mais voltei a andar de trotineta.

É com estas situações que nós aprendemos a ter cuidado e a ponderar o que nos poderá acontecer se não estivermos prontos a reagir rapidamente a alguma coisa fora do normal que nos apareça…

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