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Archive for Janeiro, 2010

Uma folha

Uma folha castanha

Caída no chão

Num dia de Outono

Apanhou-a o João

No Inverno ventoso e gelado

O seu ramo por ela chorou

À folha estava tão habituado

Que o seu regresso desejou.

Uma folha amarela

Mais parecia pau de canela

Num dia de Primavera

Transformou-se numa hera

Uma folha vermelhinha,

Que parecia uma palhinha,

Com a brisa de Verão

Soltou-se e caiu no chão.

Afonso 5º ano e Ana Clara 6º ano

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VISITA DE ESTUDO A BELÉM

Terça-feira, 19 de Janeiro de 2010.

Estava um dia escuro, prestes a chover quando os alunos do 8ºA, 8ºB e 8ºC da escola Almeida Garrett partiram para uma visita de estudo ao Mosteiro dos Jerónimos e à Torre de Belém.

Como éramos muitos, metade do 8ºC foi com o 8ºB e a outra metade foi com o 8ºA. Eu fui primeiro à Torre de Belém. A vista para o mar é magnífica. Relaxa, olhar para a outra margem do Rio Tejo e levar com o vento na cara. Foi tudo muito giro até termos de subir umas escadas em caracol. Quando fomos a descer, até ficámos tontos e com as pernas a tremer. Só pensávamos como é que as pessoas que lá trabalhavam não se cansavam com tanto subir e descer as escadas.

Depois saímos e fomos para o jardim que lá havia. Nos bancos havia poemas que os poetas portugueses tinham feito sobre o mar.  Logo de seguida, as turmas tinham de trocar de lugares. Por isso o meu turno foi para o Mosteiro dos Jerónimos e o outro turno teria de ir para a Torre de Belém. Quando chegámos ao pé do Mosteiro lá fomos comer. Estávamos cheiíssimos de fome, e comíamos enquanto esperávamos pelo outro turno, porque eles demoraram muito a sair de lá.

Finalmente entrámos. A guia era muito divertida, mas já com uma certa idade. Começou-nos a falar da Arte Manuelina, como era constituída, em que século foi criada, por quem, etc. Depois fomos para a parte dos baptizados e casamentos. Se nunca foram ao Mosteiro, digo-vos… AQUILO É DEMAIS!!! A Guia esteve a contar-nos a história dos elefantes que seguram os túmulos dos Reis e Rainhas, história impressionante…

Logo de seguida fomos para o jardim, e aí houve uma grande confusão com o Condez da minha turma.Ele irritou a Guia e esta primeiro gritou com ele, depois explicou o caminho para a saída e no final foi-se embora toda contrariada. As nossas professoras ficaram muito zangadas com o Ricardo e também gritaram com ele.

Passado pouco tempo fomos embora. A chegada à escola estava prevista às 15h e chegámos às 13h, graças ao nosso amigo Ricardinho. Uns foram para casa e outros para a escola, à espera do ATL ou dos pai. Assim foi a nossa mini visita de estudo.

Íris, 8º ano

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A Maria era uma pessoa extraordinariamente amiga de todos os que eram amigos dela. Na escola dela tinha havido um concurso para cantar. Ela pensava que cantava mal, mas depois, quando foi o concurso, conseguiu passar a primeira fase. O programa chamava-se Mini-Ídolos.

Maria continuava cantando para toda a gente. Até na ginástica lhe pediam para cantar e ela lá fazia o favor. Ela não era muito boa na ginástica, mas havia sido em pequenina. Já fazia o pino e a ponte para trás. Passados 7 anos Maria fez 17 anos e teve conhecimento de  um programa para cantar.  Ela foi inscrever-se e fez o casting.

No dia do casting Maria estava nervosa, mas o júri era simpático e isso ajudou-a. Ela ainda estava com vergonha, porque nunca tinha cantado em frente de gente nova. Maria foi passando nos castings até que chegou o dia da final. Maria estava nervosa, mas tinha cantado muito bem e os júris haviam gostado muito.

De repente o júri ia anunciar quem era o tal vencedor. Batiam-se os tambores, estava na altura da verdade. E…, claro! Maria era a vencedora! Batiam-se palmas e os apresentadores relembraram que ainda havia mais um prémio: o vencedor, neste caso a Maria, ganhava uma viagem a Londres  para um hotel de 5 estrelas e para uma escola de música profissional.

Maria estava radiante. Não havia palavras para o descrever e a sua família tinha uma lágrima no olho, de tanta alegria. Maria acabou por ter uma vida fantástica com a família perto dela.

Luísa, 5º ano

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A VIDA

A vida é uma coisa cheia de altos e baixos.

Um dia estamos bem e felizes da vida, outro dia estamos tristes e não queremos ver ninguém à nossa frente.

Por mais giro que seja viver, há sempre um momento em que desejamos morrer, e esse momento chama-se desespero. Isto acontece quando a pessoa que nós amamos já não gosta de nós, quando temos contas para pagar e já não temos dinheiro suficiente, quando o nosso chefe nos diz que somos incompetentes e que não sabemos fazer nada… etc. Enfim, coisas que acontecem no nosso dia-a-dia.

Mas este stress todo das contas e isso tudo só acontece com os adultos, pois nós, adolescentes, só nos preocupamos com o “grande” amor da nossa vida. Os rapazes só nos fazem sofrer, mas temos de levantar a cabeça e fazer-lhes frente. Eles fazem-nos sofrer e nós faremos com que eles sofram também. Afinal não somos nenhumas atadinhas.

A vida é como o mar, por mais perigosa que seja, traz-nos sempre surpresas maravilhosas.

Íris Monteiro Neto, 8º Ano

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